Alcolumbre e Lula fazem da PEC da Segurança um teste de fidelidad
Andreazza analisa os reflexos da derrota de Flávio Bolsonaro na votação do Senado
O âncora e colunista Carlos Andreazza analisa os desafios da oposição bolsonarista no Senado após a derrota de Flávio Bolsonaro nas eleições. A articulação do grupo deve passar pela liderança presencial de Rogério Marinho, cotado para disputar à presidência da Casa, e pela capacidade de resistência à agenda do governo Lula.
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A votação da PEC da Segurança Pública será um primeiro teste para a articulação entre o governo e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre. O principal impasse envolve a emenda que prevê a redução da maioridade penal, tema que travou a tramitação durante a campanha eleitoral. Para Andreazza, a separação das duas pautas pode abrir caminho para a aprovação da proposta, que também conta com manifestações favoráveis de Tarcísio de Freitas.
O colunista destaca ainda que a aprovação da PEC pode abrir caminho para a criação do Ministério da Segurança Pública, uma condição estabelecida por Lula. Na avaliação de Andreazza, a escolha do futuro ministro terá peso político e poderá indicar um dos nomes considerados pelo presidente para a sucessão em 2030.
