Bolinho de macaxeira é crocante por fora e puxa-puxa por dentro
Basta experimentar o primeiro para entender o perigo: um, dois, três, quatro...

Tem dias em que tudo o que se quer é uma boa friturinha, ainda mais em uma sexta-feira. Daquelas douradas e crocantes, que chegam à mesa ainda quentinhas e fazem qualquer conversa ficar mais gostosa. Para esses momentos, uma ótima pedida é o bolinho de macaxeira, também conhecido como mandioca ou aipim, dependendo da região do Brasil.
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Para começar, a receita leva 1/2 quilo de mandioca já cozida. A preferência é pela raiz bem amarelinha e macia. Comprar a mandioca já cozida é uma facilidade e tanto, especialmente porque a qualidade da raiz crua pode variar bastante. Com a mandioca cozida, fica mais fácil garantir um bom resultado. Depois, é só retirar aquele fio central da raiz e amassar bem, como se fosse preparar um purê.
Siga as dicas para não errar
Com a mandioca amassada, entram 1/2 xícara de queijo coalho ralado fino, 2 colheres de sopa de manteiga em temperatura ambiente, 1 ovo, sal e pimenta-do-reino. Tudo deve ser muito bem misturado até formar uma massa homogênea e fácil de modelar. O queijo coalho ajuda a trazer sabor e também reforça a textura puxa-puxa.
A massa também pode ganhar diferentes versões. Para quem gosta de um sabor mais marcante, dá para acrescentar um pouco de salaminho bem picado, carne-seca ou até camarão salteado. A ideia é usar pequenas quantidades, apenas para criar novas camadas de sabor e textura. Mas não é obrigatório inventar moda: o bolinho de mandioca puro, com queijo coalho, já é delicioso.
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O segredo está na fritura
Depois de moldados, os bolinhos passam pela tradicional sequência de empanamento: farinha de trigo, ovo e farinha de mandioca. E aqui não há muita negociação: para chegar àquela casquinha dourada e crocante por fora, o ideal é fritar os bolinhos por imersão em óleo quente. A airfryer pode até ser prática para muitas receitas, mas, neste caso, não entrega o mesmo resultado.
É o tipo de petisco que chega à mesa com cara de acompanhamento, mas rapidamente vira o prato principal da conversa. E basta experimentar o primeiro para entender o perigo: um, dois, três, quatro... quando se percebe, já foram tantos que é melhor parar de contar.
