Desemprego permanece na mínima histórica, mas há sinais de piora
Juliana Rosa destaca estabilidade do desemprego e sinais de perda de fôlego no mercado de trabalho

Marcelo Camargo/Agência Brasil
A taxa de desemprego ficou em 5,3% em agosto, segundo o IBGE, no mesmo nível do mês anterior e o menor patamar da série histórica. Para a colunista Juliana Rosa, os dados indicam estabilidade no mercado de trabalho, mas também revelam sinais de perda de fôlego.
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Juliana destaca que o rendimento médio do trabalhador chegou a R$ 3.777 e voltou a crescer nos últimos dois meses. Ao mesmo tempo, a informalidade avançou, um movimento que pode indicar mudanças no ritmo do mercado de trabalho diante da desaceleração da economia.
A colunista também aponta fatores estruturais, como o avanço do trabalho por aplicativos, que amplia as possibilidades de renda, mas nem sempre oferece os ganhos desejados. O aumento do endividamento das famílias, segundo Juliana, mostra que a renda ainda não tem sido suficiente para acompanhar os custos básicos da economia.
