Sempre lembrada “bailarina do tênis”
Desde que foi instituído, em 1973, apenas dois tenistas masculinos brasileiros alcançaram o topo do ranking de entrada

Gustavo Kuerten tornou-se o número um no simples durante 43 semanas. Seu recorde no topo do ranking foi superado por Marcelo Melo em janeiro de 2018 e foi justamente em 2018, no dia 8 de junho, que faleceu a maior expressão feminina do nosso tênis, a paulistana Maria Esther Bueno. Ela foi a número 1 do mundo, em 1959, na categoria individual feminina. Se você passar pela praça Califórnia, nos Jardins entre as ruas Groelândia e Argentina, observando bem notará que ali existe uma escultura homenageando nossa saudosa “Bailarina do Tênis”, como era denominada pelos fãs desse esporte por conta da elegância do seu estilo de jogo. Uma outra marca registrada era a sua potência no saque. Na noite em que a obra foi descerrada, em 1998, o repórter da rádio Bandeirantes, Alex Muller, conversou com Maria Esther no programa Balanço Geral:
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O autor da escultura em homenagem a Maria Esther é o artista plástico Gustavo Rosa, também já falecido. Ao todo, nossa “bailarina” conquistou 589 títulos incluindo dezenove torneios do Grand Slam
