Apreensão de passaporte de Flávio é vista como exagero pelo governo
Membros do Governo Federal e da Suprema Corte brasileira lamentam a decisão do ministro Alexandre de Moraes de apreender os passaportes de Flávio Bolsonaro. A
Membros do Governo Federal e da Suprema Corte brasileira lamentam a decisão do ministro Alexandre de Moraes de apreender os passaportes de Flávio Bolsonaro. A informação é da colunista da BandNews FM Mônica Bergamo.
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O pedido foi feito logo após a derrota do político no 2° turno das eleições. Moraes levou em consideração as investigações sobre um suposto esquema de lavagem de dinheiro entre Flávio e advogado Willer Tomaz por meio de jogos de apostas, as bets.
A princípio, após perder as eleições para Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o senador questionou o processo eleitoral e pediu pela anulação do resultado do pleito, discurso que foi abandonado posteriormente, após o Partido Liberal reconhecer a vitória de Lula, o que desmobilizou parte do eleitorado de Flávio.
Ainda segundo a colunista, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também entra em cena após ter sido pressionado por setores mais radicais da Casa Branca e por membros do movimento MAGA para que questionasse a autoridade das urnas brasileiras e defendesse o aliado. Trump chegou a afirmar, sem provas, que o processo eleitoral “parecia ser” fraudado, mas que gostava de Lula.
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A jornalista aponta que o pedido de apreensão dos passaportes contribui para que os apoiadores de Flávio Bolsonaro, ou até mesmo o próprio Donald Trump, utilizem o discurso de perseguição judicial por parte do ministro, já que o senador, até o momento, não deu sinais de uma possível Brasil. A colunista ainda relembra que Eduardo Bolsonaro aconselhou, publicamente, que o irmão saísse do país caso perdesse às eleições.
