Saída de Flávio Bolsonaro levanta dúvidas sobre ajuda de governo argentino
Apesar de negativa inicial da Argentina, imprensa local já apontava grande esquema para fuga do senador
O governo argentino contribuiu para fuga aos Estados Unidos do senador Flávio Bolsonaro (PL) após a derrota nas eleições no domingo (25) . A informação é da colunista da BandNews FM Mônica Bergamo.
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Nesta terça-feira (24), o órgão de migração da Argentina negou o registro de entrada do político no país. O posicionamento veio em meio aos primeiros rumores que o político saiu do Brasil, por terras argentinas, após ter os passaportes cassados pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes durante investigações do Caso Master e do suposto esquema de lavagem de dinheiro entre Flávio e o empresário Willer Tomaz.
Mônica Bergamo, porém, destaca que a imprensa local se manteve organizada durante todo o caso e registrou que Flávio e a família ultrapassaram a fronteira por terra e se deslocaram até o aeroporto de Puerto Iguazu para viajar até a Flórida. A colunista ainda destaca que a operação contou com, pelo menos, quatro vans para transporte e que, em meio a apuração da imprensa argentina, a viagem precisou ser adiada durante a madrugada para que o político fugisse sem ser visto.
A jornalista ainda destaca que o avião, que partiu da Argentina e segue em direção aos Estados Unidos, desviou do espaço aéreo brasileiro para não ser registrado pela Força Aérea Brasileira (FAB), que interceptaria o voo e pediria pela prisão em flagrante. Agora, tanto os órgãos argentinos quanto brasileiros segue em apuração para descobrir se a operação de fuga já estava planejada antes do primeiro turno das eleições ou se aconteceu após o pedido de Moraes pelos passaportes.
