Reinaldo Azevedo
BandNews FM

Luta política e guerra cultural para construir destruição do bolsonarismo

Reinaldo Azevedo analisa o movimento idealizado por Jair Bolsonaro e como combatê-lo

2 min

30/10/2026 07:27 • Atualizado há 4 min

O movimento político liderado por Jair Bolsonaro não morrerá com a segunda derrota nas urnas do clã. Para o âncora de O É da Coisa, Reinaldo Azevedo, é preciso fazer um enfrentamento político, nas redes, principalmente, contra o extremismo emanado pela família que governou o país entre 2019 e 2022.

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O colunista da BandNews FM faz um paralelo aos movimentos da extrema-direita na Europa e afirma que a luta a ser travada contra o bolsonarismo é uma “guerra cultural”.

Para o jornalista, para ganhar ou perder, a família Bolsonaro vai se manter no holofote e não deixará prosperar qualquer alternativa que não puro sangue. Reinaldo Azevedo faz menção ao governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que passou a ser criticado pelo seio do bolsonarismo após a divulgação de entrevistas em que reconhece o resultado eleitoral do último domingo (25).

Com uma diferença de 4,4 milhões de votos, o presidente Lula conquistou o direito a um quarto mandato após vencer Flávio Bolsonaro. O filho do ex-presidente que está está preso não reconheceu o resultado eleitoral e deixou o Brasil. Ele pretende liderar a partir dos Estados Unidos uma oposição ao governo petista.

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“Eles não têm exatamente valores, eles são reativos àqueles que ou eles não compreendem direito ou que eles acham que são responsáveis por situações que muitas vezes não tem a ver com política. E isso é um movimento. Coisas como o bolsonarismo não morrem. Por isso eu digo, matar o bolsonarismo exige luta política”, conclui.

REINALDO RELEMBRA JULHO DE 2025

Ao longo do comentário desta sexta-feira (30), Reinaldo Azevedo relembra a coluna de 7 de julho de 2025, quando com a condenação de Jair Bolsonaro apontou que o governador de São Paulo não seria reconhecido como o herdeiro político do bolsonarismo.

O âncora da BandNews FM fala sobre a necessidade da família manter o próprio nome em evidência e da falta de confiança, mesmo nos aliados mais próximos, de um alguém sem o nome ou o sangue de Bolsonaro.

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