Meta entra no centro da disputa eleitoral e é cobrada pelo TSE
Meta é cobrada pelo TSE após campanhas de Lula e Flávio Bolsonaro alegarem prejuízos na distribuição de conteúdo eleitor

Meta
REUTERS/Benoit Tessier
A Meta, empresa de tecnologia responsável pelo Facebook, Instagram e WhatsApp, está no centro de uma disputa no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), após as campanhas do presidente Lula (PT), candidato à reeleição, e do senador Flávio Bolsonaro (PL) alegarem prejuízos na distribuição e no impulsionamento de conteúdos nas redes sociais.
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Segundo o colunista e diretor de Jornalismo da Band em Brasília, Rodrigo Orengo, o conselho de supervisão da empresa apontou falhas em uma conta de propaganda ligada à divulgação de Lula. A Meta contestou a existência de falhas, mas afirmou que adota medidas para agilizar a moderação.
Orengo destaca que a disputa envolve cerca de R$ 288 milhões em recursos públicos do fundo eleitoral destinados à divulgação de candidatos nas plataformas da empresa e pode gerar uma série de ações judiciais, inclusive após a votação, com pedidos de impugnação das chapas adversárias.
