Economia

60% dos pedidos de delivery são feitos fora dos apps, revela pesquisa

A pesquisa revela que ainda há muito espaço para digitalização dos restaurantes no país

Da redação
DA REDAÇÃO

05/12/2025 • 14:46 • Atualizado em 05/12/2025 • 14:46

Entregador levando pedido de moto

Entregador levando pedido de moto

Rovena Rosa/Agência Brasil

Resumo

Pesquisa realizada em 2024 aponta que um em cada quatro brasileiros utilizou aplicativos para pedir comida em restaurantes, sendo o canal mais usado os aplicativos de mensagens instantâneas, com 38,7% de preferência.

Levantamento mostra que o iFood ocupa a segunda posição, seguido por aplicativos próprios de restaurantes e outras plataformas de delivery (15,1%), telefone (12,1%) e redes sociais (8,4%).

Dados indicam que quase 60% dos entrevistados ainda utilizam meios como aplicativos de mensagens, redes sociais ou telefone para pedidos, revelando espaço significativo para a digitalização dos restaurantes no país, segundo pesquisa Ipsos-Ipec com 2.000 pessoas acima de 16 anos, margem de erro de 2 pontos percentuais e 95% de confiança.

Em 2024, um em cada quatro brasileiros usou aplicativos para pedir comida em um restaurante. Porém, a pesquisa mostra que o canal mais usado pelos brasileiros para fazer esse tipo de pedido são os aplicativos de mensagens instantâneas, que ficam com uma fatia de 38,7%.

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O iFood fica em segundo lugar, seguido pelos aplicativos de restaurantes e outras plataformas de delivery (15,1%) e pelas demandas feitas pelo telefone (12,1%). Já os pedidos feitos por redes sociais chegam a 8,4%.

A pesquisa revela que ainda há muito espaço para digitalização dos restaurantes no país. Afinal, quase 60% dos entrevistados afirmaram que pedem comida por meio de aplicativos de mensagens, redes sociais ou pelo telefone.

A pesquisa mensal Ipsos-Ipec foi realizada por meio de entrevistas pessoais e domiciliares. Sua amostra é de 2.000 pessoas com idade superior a 16 anos, de todas as classes sociais e de forma representativa em relação à população brasileira. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, e o nível de confiança, 95%.

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