Nubank atribui aviso de liquidação extrajudicial a erro operacional
Banco digital diz que a operação segue normalmente e sem riscos financeiros aos clientes

Um alerta de liquidação extrajudicial disparado pelo Nubank na manhã desta sexta-feira (12) causou susto e confusão entre os clientes da instituição financeira.
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A notificação, recebida tanto por e-mail quanto diretamente pelo aplicativo do banco, informava erroneamente que o Nubank teria sido colocado em processo de liquidação extrajudicial, orientando os usuários a buscarem o Fundo Garantidor de Crédito (FGC) para o recebimento de eventuais valores devidos.
A repercussão do caso foi imediata nas redes sociais, gerando desconfiança entre os correntistas, que questionaram se tratar de um possível ataque hacker ou uma tentativa de golpe. A liquidação extrajudicial é um mecanismo acionado pelo Banco Central para encerrar as atividades de instituições que enfrentam problemas financeiros severos, visando preservar pagamentos aos credores.
Em nota oficial divulgada no início da tarde, o Nubank esclareceu que o comunicado foi fruto de um "erro operacional pontual". Segundo o banco, a mensagem indevida foi enviada para apenas uma parcela da base de clientes. A instituição garantiu que a falha foi identificada e prontamente solucionada, assegurando que o incidente não causou qualquer impacto nas operações ou na segurança dos dados e ativos dos usuários.
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Questionado sobre a origem técnica do erro que permitiu o envio da mensagem incorreta, o banco não forneceu detalhes adicionais.
Banco Central tranquiliza mercado
Diante da instabilidade gerada pelo comunicado, o Banco Central também se manifestou publicamente, reforçando que a informação sobre a liquidação do Nubank não procede. O BC confirmou que a situação da instituição está regular.
Atualmente, o Nubank é consolidado como o maior banco privado do Brasil em número de clientes, somando mais de 112 milhões de usuários.
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A empresa possui capital aberto com ações listadas na bolsa de Nova York e, recentemente, ganhou visibilidade ao firmar um acordo milionário para adquirir os naming rights do estádio do Palmeiras.
