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Curitiba sedia Copa Pinhão de robótica com 700 participantes

De hoje até segunda-feira, o campus da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), em Curitiba, recebe a 4ª edição da Copa Pinhão, competição nacional

2 min

07/09/2026 14:02 • Atualizado há 1 dia

Curitiba sedia Copa Pinhão de robótica com 700 participantes

De hoje até segunda-feira, o campus da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), em Curitiba, recebe a 4ª edição da Copa Pinhão, competição nacional de robótica que reúne mais de 700 estudantes de diferentes regiões do Brasil.

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A disputa envolve construção, programação e operação de robôs em 17 categorias. As provas vão de seguidor de linha a combates de sumô entre máquinas. O encontro é organizado por alunos da UTFPR, da Universidade Federal do Paraná (UFPR) e da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).

Competição reúne estudantes de todo o país

Entre os participantes estão Zaimon Barbosa, estudante de Engenharia Agrícola, e Vitória Almeida, de Engenharia Mecânica. Eles vieram de Volta Redonda, no Rio de Janeiro, para competir em Curitiba e destacam que o evento permite testar projetos e trocar experiências.

Segundo Zaimon, a Copa Pinhão ajuda a aprimorar o trabalho desenvolvido ao longo do ano.

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"É uma oportunidade de colocar em prática e ver como está indo o nosso desempenho, corrigir durante o ano para acertar tudo e também conhecer mais pessoas, desenvolver melhor nosso relacionamento com outras equipes, universidades diferentes e ampliar o conhecimento", afirma.

Na visão de Vitória, participar das provas já representa um resultado importante para os estudantes.

"Só de estar aqui com os nossos robôs funcionando já é uma vitória. Conseguir colocar o seguidor na pista e o sumô para lutar o combate na arena também já é uma vitória. A gente sempre fica feliz com as coisas pequenas; só de o robô estar funcionando já é uma vitória para a gente", comenta.

Aplicações vão além da arena

Além do aspecto competitivo, organizadores ressaltam que a robótica desenvolvida nas equipes tem relação direta com o setor produtivo. Para Gabriel Berkenbrock, um dos responsáveis pela Copa Pinhão, muitos projetos começam com perfil lúdico, mas podem ser adaptados para uso em empresas.

"Apesar de a robótica ter esse viés mais esportivo dentro da nossa competição, as aplicações são basicamente industriais. Muita coisa que a gente vê em um projeto que parece mais lúdico, só para diversão ou para a competição, pode ser facilmente traduzida para uma aplicação industrial", analisa.

Formação e inovação para a indústria

Para a direção da UTFPR, eventos como a Copa Pinhão aproximam universidades e mercado e incentivam a inovação. O diretor-geral do campus Curitiba, Paulo Daniel Sousa, destaca o volume de pesquisa envolvido nos projetos e os resultados gerados.

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"Há muito estudo e muita tecnologia por trás disso. Daqui saem novos desenvolvimentos, novos produtos, novas produções e criações para o dia a dia da indústria, para o dia a dia da indústria brasileira", aponta.

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