
Urna eletrônica
José Cruz/Agência Brasil
O prazo para agentes públicos que vão participar das eleições deixarem seus cargos terminou neste sábado (4). A regra é chamada de desincompatibilização e vale para governadores, prefeitos e ministros de Estado que pretendem se candidatar no pleito de outubro.
Com o fim do prazo, 11 governadores deixaram suas funções para disputar outros cargos.
Ronaldo Caiado (PSD-GO) anunciou, na semana passada, que é pré-candidato à Presidência da República. Romeu Zema (Novo-MG) também deixou o cargo após dois mandatos consecutivos e sinalizou que deve ser candidato à Presidência, mas ainda não formalizou sua pré-candidatura.
Nove governadores saíram do cargo e pretendem disputar uma vaga no Senado. São eles:
- Acre: Gladson Cameli (PP);
- Amazonas: Wilson Lima (União Brasil);
- Distrito Federal: Ibaneis Rocha (MDB);
- Espiríto Santo: Renato Casagrande (PSB);
- Mato Grosso: Mauro Mendes (União Brasil);
- Pará: Helder Barbalho (MDB);
- Paraíba: João Azevêdo (PSB); e
- Roraima: Antonio Denarium (PP).
O ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), também renunciou ao mandato para disputar uma cadeira no Senado. No entanto, Castro foi condenado, no mês passado, à inelegibilidade até 2030 pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Dessa forma, ele deverá disputar o cargo sub judice.
Reeleição
Nove governadores vão disputar a reeleição e podem continuar nos cargos:
- Amapá: Clécio Luís (União);
- Bahia: Jerônimo Rodrigues (PT);
- Ceará: Elmano de Freitas (PT);
- Mato Grosso do Sul: Eduardo Riedel (PP);
- Pernambuco: Raquel Lyra (PSD);
- Piauí: Rafael Fonteles (PT);
- Santa Catarina: Jorginho Mello (PL);
- São Paulo: Tarcísio de Freitas (Republicanos); e
- Sergipe: Fábio Mitidieri (PSD).
Conforme a legislação eleitoral, políticos não precisam deixar os cargos no Poder Executivo se pretendem disputar o segundo mandato.
Ficam no governo
Sete govenadores decidiram completar o mandato e não renunciaram para disputar algum cargo nas eleições. Eles já cumpriram dois mandatos consecutivos. São eles:
- Alagoas: Paulo Dantas (MDB);
- Maranhão: Carlos Brandão (Sem partido);
- Paraná: Ratinho Junior (PSD);
- Rio Grande do Norte: Fátima Bezerra (PT);
- Rio Grande do Sul: Eduardo Leite (PSD),
- Rondõnia: Marcos Rocha (PSD); e
- Tocantins: Wanderlei Barbosa (Republicanos).
Eleições
O primeiro turno das eleições será em 4 de outubro, quando 155 milhões de eleitores estarão aptos a elegerem o presidente da República, o vice-presidente, governadores e deputados estaduais, federais e distritais.
O segundo turno poderá realizado, no dia 25 de outubro, para os cargos de presidente e govenador se nenhum dos candidatos obtiver mais da metade dos votos válidos, que excluem os brancos e nulos, no primeiro turno.
Com Agência Brasil.
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