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Ayrton Senna: saiba quais foram os amores do piloto além de Xuxa e Galisteu

Piloto colecionou relacionamentos notáveis e chegou a casar; relembre

DANIELLE VIEIRA

06/11/2025 • 11:42 • Atualizado em 06/11/2025 • 11:42

Ayrton Senna teve outros amores além de Xuxa e Galisteu; saiba quais

Ayrton Senna teve outros amores além de Xuxa e Galisteu; saiba quais

Reprodução/Arquivos pessoais de Galisteu e Xuxa e Norio Koike/Senna Brands

Resumo

Ayrton Senna, renomado piloto de Fórmula 1, teve uma vida amorosa marcada por romances intensos e polêmicos. Apesar de diversos casos não terem de tornado públicos, os relacionamentos mais marcantes consistem em um casamento-relâmpago com a amiga de infância Lilian de Vasconcelos, um namoro secreto com Adriane Yamin e relações altamente midiáticas com as apresentadoras Xuxa Meneghel e Adriane Galisteu.

Relacionamento com Lilian de Vasconcelos e Adriane Yamin: Llian de Vasconcelos foi a primeira e única esposa de Senna. Amigos de infância, Vasconcelos apoiou o piloto durante o início de sua carreira internacional, mas o casamento durou apenas oito meses devido a divergências de prioridades.

Com Adriane Yamin, o piloto manteve um relacionamento discreto, marcado pela diferença de idade — ele com 24 anos e ela com 15 — e pelo conservadorismo familiar.

Relações com Xuxa Meneghel e Adriane Galisteu: O namoro com Xuxa Meneghel foi o mais acompanhado pelo público na década de 80, unindo duas celebridades no auge de suas carreiras, mas terminou devido a conflitos de agendas.

Adriane Galisteu foi a última namorada de Senna, e seu relacionamento enfrentou críticas da família do piloto, que nega a participação da ex-modelo na vida do atleta, devido a diferença de classe social.

A morte trágica de Ayrton deixou Galisteu em um luto público e complicado, onde até hoje, 34 anos depois, ela continua a lutar para afirmar seu lugar na vida do piloto, sendo constantemente omitida ou apagada de produções midiáticas - principalmente as que possuem produção ou orientação da família do falecido.

Ayrton Senna foi um sucesso dentro e fora das pistas. O piloto, ídolo da Fórmula 1, viveu por turbulências na vida amorosa. O atleta passou por um casamento relâmpago, viveu um namoro secreto e teve até um último grande amor repleto de polêmicas.

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Conhecido tanto pelo legado na carreira no automobilismo quanto pelos relacionamentos marcantes na vida pessoal, Ayrton Senna viveu romances intensos que fascinaram o Brasil e a mídia internacional. O Band Entretê relembrou as principais companheiras do astro, que até hoje é celebrado pelos feitos nas pistas e pelos romances que teve.

Lilian de Vasconcelos e o casamento-relâmpago de Senna

Lilian de Vasconcelos foi a única mulher com quem Ayrton Senna casou. Os dois, que eram amigos de infância, se casaram em fevereiro de 1981. O relacionamento dela com o piloto marcou a fase inicial da carreira internacional de Senna.

Os dois começaram a namorar quando Senna ainda era um jovem promissor no automobilismo e estava iniciando sua jornada na Europa (Fórmula Ford). Após o casamento, os dois se mudaram para Norwich, na Inglaterra, para que Senna pudesse se dedicar às competições europeias. Lilian deu suporte emocional e prático, cuidando do lar e das finanças, em um período de desafios financeiros e adaptação.

O casamento durou apenas oito meses de convivência, apesar do divórcio oficial ter ocorrido em 1983. O fim foi causado pela incompatibilidade de sonhos: Lilian desejava estabilidade e construir uma família, enquanto Senna priorizava integralmente sua carreira. Lilian, após a separação, optou por uma vida mais discreta. Já o piloto, em entrevistas, afirmou que a união não deu certo pela imaturidade de ambos.

Lilian também relatou que a separação foi traumática e revelou ter enfrentado um período de depressão profunda, sentindo-se uma "segunda prioridade" na vida de Senna. Após o divórcio, Vasconcelos buscou uma nova identidade longe dos holofotes, formando-se em Design de Interiores, mas voltando a ser procurada pela imprensa com o lançamento de obras biográficas sobre Senna, como o documentário homônimo da Netflix, onde foi interpretada pela atriz Alice Wegmann.

Adriane Yamin e o namoro longe dos holofotes

Adriane Yamin foi o relacionamento mais longo de Ayrton Senna antes da fama na Fórmula 1, mas mantido na maioria do tempo longe dos holofotes. Ela foi a parceira do piloto durante sua transição para a principal categoria do esporte.

O namoro entre Adriane e Senna começou na virada de 1984 para 1985, quando Senna já tinha 24 anos e Yamin 15, e se estendeu até 1988. A grande diferença de idade gerou polêmica quando Yamin trouxe detalhes do relacionamento secreto a público em 2016.

O relacionamento foi mantido em segredo por anos, já que Adriane era menor de idade e pelo conservadorismo da família. Yamin revelou que Senna foi o primeiro beijo dela e que o relacionamento, embora tido como um noivado na época, era "aberto" no sentido de limites pré-estabelecidos para não possuírem intimidade até que ela atingisse a maioridade.

O rompimento ocorreu em 1988. Senna alegou estar "confuso" e pediu um "tempo", assumindo logo em seguida o namoro com Xuxa Meneghel publicamente. Yamin seguiu uma carreira e vida pessoal afastada do cenário midiático, formando-se em Arquitetura.

Ela casou e teve dois filhos, Rafaela e Pedro, 29 e 24 anos, respectivamente, com o empresário Marcos Coelho da Fonseca. Voltou a ter destaque na mídia após o lançamento da biografia dela, onde detalha a longa duração e a perspectiva íntima da vida de Senna nos primeiros anos de sucesso.

Xuxa Meneghel e o ‘casal de ouro’

O namoro entre Ayrton Senna e Xuxa Meneghel foi, de longe, o mais midiático e acompanhado pelo público brasileiro, por unir o maior ídolo do esporte com a ‘Rainha dos Baixinhos’, criando um "casal de ouro" dos anos 90. Mesmo em 2025, décadas após a morte trágica de Senna, Xuxa ainda é frequentemente associada à imagem de "viúva" do piloto.

Os dois se conheceram no programa “Xou da Xuxa”. O relacionamento durou cerca de um ano e oito meses, entre 1988 e março de 1990. Devido à intensa fama e à agenda de compromissos globais de ambos, o relacionamento era caracterizado por conflitos de agenda e distância.

Ambos estavam no auge das carreiras, o que tornava o tempo juntos escasso e precioso. O romance, embora breve, era frequentemente pauta da mídia. O namoro terminou em março de 1990, motivado pela falta de tempo e pela pressão da empresária de Xuxa, Marlene Mattos, que a teria feito escolher entre o trabalho e o namorado.

Apesar de curto, foi um dos relacionamentos mais aceitos pela família do piloto, que a considerava a "viúva" até aquele momento. Senna, em entrevistas, reconheceu que Xuxa era extremamente apaixonada pela sua profissão, indicando que a incompatibilidade de agendas e a prioridade de carreira eram mútuas.

Anos depois, Xuxa declarou que Senna foi um de seus grandes amores e lamentou que a falta de tempo tenha levado ao fim, mantendo o arrependimento por ceder às pressões externas. Xuxa Meneghel já era uma figura consolidada e no auge de sua carreira no Brasil e internacionalmente quando namorou Senna, e continuou a trajetória de grande sucesso após o término, se consolidando como uma das principais apresentadoras de programas infantis do país. No documentário “Senna”, da Netflix, a atriz Pamela Tomé interpretou a apresentadora.

Cristine Ferracciu e a vida reclusa

Cristine Ferracciu é descrita como a namorada que Ayrton Senna teve a chance de uma vida mais reclusa e fora dos holofotes, após o intenso e popular relacionamento com Xuxa. O relacionamento se tornou mais sério os dois chegaram a viver juntos em Portugal e Mônaco logo após o término com Xuxa.

Ela já foi mencionada nas biografias de Senna como a parceira que buscava um estilo de vida mais privado e familiar, sendo um contraste com a exposição que o piloto vivia. Ela chegou a atender telefonemas de Xuxa, que ligava para o piloto mesmo após o fim do namoro.

O relacionamento terminou porque Cristine buscava uma vida mais tranquila, com foco em casamento e filhos, o que era incompatível com a rotina intensa, a fama global e a dedicação integral de Senna à Fórmula 1. A ambição e a vida pública do piloto continuaram sendo o fator decisivo para o rompimento.

Após o término, Cristine Ferracciu optou por se afastar completamente dos holofotes e construir a vida familiar que desejava.

Adriane Galisteu, a última namorada

A apresentadora Adriane Galisteu foi a última namorada de Ayrton Senna, e o relacionamento se tornou um dos mais lembrados e debatidos após a trágica morte do piloto. Os dois se conheceram em 1993 e o namoro durou cerca de um ano e meio, até a morte do piloto, em 1º de maio de 1994.

O relacionamento começou quando Adriane Galisteu ainda não era uma figura pública e trabalhava como modelo. Eles passaram o último ano e meio de vida de Senna juntos, e a relação era intensa, mas vista com ressalvas e críticas por parte da família do piloto devido às diferenças de origem social e ao estilo de vida de Galisteu.

A morte de Senna foi devastador para Galisteu. Ela enfrentou um luto público e difícil, e o lugar na vida do piloto foi contestado por parte da família de Senna, que preferia ver Xuxa Meneghel como a viúva de Senna no momento da tragédia, gerando um debate midiático que perdurou por anos.

Recentemente, a presença reduzida ou até mesmo omitida em grandes produções sobre a vida de Senna, foi centro de polêmicas, como o caso da minissérie "Senna”, da Netflix, onde foi interpretada pela atriz Julia Foti, tendo poucos minutos de tela.

Em resposta a este suposto "apagamento" e com o desejo de contar sua própria versão, Galisteu lançará o documentário "Meu Ayrton por Adriane Galisteu”, que estreou nesta quinta-feira, dia 6 de novembro na HBO Max, concorrente da Netflix, onde promete detalhar o último ano e meio da vida do tricampeão mundial sob sua perspectiva, buscando reafirmar seu lugar na história íntima do ídolo e apresentar a verdade sobre seu relacionamento.