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Green Day ataca Trump e ICE no Super Bowl: "Larguem seus empregos de merda"

Vocalista do Green Day causou polêmica em São Francisco ao protestar contra agência de imigração e citar a "Ilha Epstein" em letra de música

Redação
REDAÇÃO

08/02/2026 • 21:40 • Atualizado em 08/02/2026 • 21:40

Green Day manda recado para agentes da ICE e Trump

Green Day manda recado para agentes da ICE e Trump

REUTERS

O rock mostrou que continua político no show pré-Super Bowl LX. Antes da apresentação oficial na abertura do evento neste domingo (8), o Green Day foi o destaque da FanDuel Party, em São Francisco, na última sexta-feira. Durante o show, o vocalista Billie Joe Armstrong não poupou críticas a autoridades americanas e mandou um recado direto aos agentes federais.

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Armstrong utilizou o palco para denunciar o ICE (Serviço de Imigração e Alfândega dos EUA), sugerindo que os agentes abandonem seus postos. O músico afirmou que figuras políticas proeminentes descartariam esses profissionais no futuro.

Em um discurso inflamado, o líder do trio punk mirou nomes ligados à ala conservadora dos Estados Unidos e ao ex-presidente Donald Trump: "Larguem seus empregos de merda. Porque quando isso acabar, e vai acabar em algum momento, Kristi Noem, Stephen Miller, JD Vance, Donald Trump – eles vão se livrar de vocês como se fossem um vício ruim. Venham para o nosso lado, disparou o cantor".

Além das falas diretas, o protesto se estendeu para as músicas. Ao tocar o clássico Holiday, Billie Joe dedicou a canção à cidade de Minneapolis e promoveu uma alteração polêmica na letra original. No trecho onde cantava "o representante da Califórnia tem a palavra", ele substituiu por "o representante da Ilha Epstein tem a palavra", em referência ao escândalo envolvendo Jeffrey Epstein.

Preocupação para a NFL

A postura combativa do Green Day coloca a organização da NFL em alerta. Embora o foco das preocupações com declarações políticas estivesse voltado para o show do intervalo de Bad Bunny, a performance ao vivo de Billie Joe Armstrong mostrou que o punk rock ainda guarda seu tom de protesto.