
Michael Jackson e seu chimpanzé, Bubbles
Reprodução/Instagram/@MichaelJackson
O famoso chimpanzé Bubbles, que se tornou um ícone da cultura pop nos anos 80 ao lado de Michael Jackson, vive hoje uma realidade completamente diferente da agitação de Neverland. Aos 43 anos, idade considerada avançada para a espécie, o primata reside no Center for Great Apes, um santuário localizado em Wauchula, na Flórida, onde desfruta de uma rotina pacata e protegida.
Diferente da época em que viajava o mundo em jatinhos particulares e usava roupas sob medida, a vida atual de Bubbles é focada em bem-estar e socialização com outros chimpanzés. Segundo os cuidadores do santuário, ele é descrito como um animal "gentil e sociável", que gosta de atividades tranquilas, como pintar e interagir com seu grupo.
O chimpanzé vive no local desde 2005, após ter se tornado grande demais para conviver com humanos em ambientes domésticos.
A manutenção de Bubbles é financiada pelo espólio de Michael Jackson, que envia contribuições anuais para cobrir os custos de alimentação e cuidados médicos. O santuário reforça que, apesar do passado glamoroso, o objetivo atual é garantir que ele tenha uma velhice digna, respeitando seus instintos naturais.
Recentemente, novas imagens de Bubbles foram divulgadas, mostrando o primata com traços da idade, como pelos acinzentados, mas em bom estado de saúde. Veja:
Sua longevidade é celebrada pelos fãs do Rei do Pop, que veem no animal um dos últimos elos vivos com a era de ouro de Michael Jackson, especialmente agora, com o lançamento da nova cinebiografia do cantor.
Novas denúncias de abuso sexual contra Michael Jackson surgem na Justiça
Dezessete anos após sua morte, Michael Jackson volta a estar no centro de graves acusações de abuso sexual. Desta vez, a denúncia parte de quatro filhos de Dominic Cascio, um dos amigos mais próximos do astro. Edward, Dominic, Marie Nicole e Aldo Cascio, que por décadas defenderam publicamente o cantor, movem um processo alegando que foram vítimas de um sistema de aliciamento e agressão que durou mais de dez anos.
Segundo documentos revelados pelo The New York Times e pelo portal Radar Online, os irmãos afirmam que foram "treinados para serem soldados de Michael", negando qualquer abuso por anos sob pressão. O processo detalha episódios de violência sexual que teriam ocorrido em viagens internacionais, na turnê Dangerous, e até em propriedades de outras celebridades, como Elizabeth Taylor e Elton John.
Aldo Cascio relatou que os abusos começaram quando ele tinha apenas 7 anos e que o cantor utilizava a palavra-código "Disneylândia" para solicitar sexo.
A defesa de Michael Jackson reagiu duramente às acusações, classificando o processo como uma "tentativa desesperada de extorsão". A defesa do astro destaca que a família Cascio o defendeu por 25 anos e que o silêncio só foi quebrado após a interrupção de pagamentos sigilosos. De acordo com os representantes judiciais, a família recebeu cerca de US$ 16 milhões (R$ 80 milhões) nos últimos cinco anos em um acordo confidencial, mas o fluxo de dinheiro foi cortado recentemente, levando o caso aos tribunais.
O advogado dos Cascio justifica que a decisão de falar agora surgiu após serem alvo de falsas acusações de mentira por parte dos gestores do patrimônio de Jackson. Além do processo atual, outro irmão, Frank Cascio, ex-assistente do cantor, já havia sido acusado pelo espólio em 2025 de tentar extorquir US$ 213 milhões.
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