
Ricardo Moraes/Reuters
[template id="10000012224" tipo="galeria"]O carro sobre o rio Nilo era um dos mais esperados no desfile da Portela, no próximo sábado, dia 4, no Sambódromo, às 22 horas. A alegoria traria componentes em espécies de canoas, que circulariam em uma estrutura com trilhos, subindo até o topo e passando para o outro lado. Mas a escola desistiu da ideia após os testes.
Durante os ensaios, verificou-se que o motor da estrutura não tinha força para projetar as canoas com pessoas dentro do alto até o outro lado. Por isso, e por precaução a troca por bonecos, bem mais leves, mesmo que tirando o efeito inicial desejado pelo carnavalesco Paulo Barros.
Um vídeo que circula por grupos de Whatsapp mostra um teste do carro com pessoas.
A Portela faturou seu 22° título com o enredo sobre rios. A escola fez um desfile que beirou a perfeição, em um Carnaval marcado por acidentes e falhas. De quebra, Paulo Barros ganhou seu quarto Carnaval, sendo três pela Unidos da Tijuca.
Desfile
A escola levou para a Sapucaí um enredo sobre a água e fez um desfile que fluiu perfeitamente pela Avenida.
Quinta a desfilar na noite de segunda-feira (27), a agremiação apresentou o espetáculo Quem nunca sentiu o corpo arrepiar ao ver esse rio passar, fazendo amplo uso das suas cores, o azul e branco, além de colocar água de verdade no tripé que acompanhou a comissão de frente e no seu carro abre-alas.
Além do tempo que a Azul e Branco estava sem vencer, o título veio após um ano muito conturbado para a Portela, que foi abalada há cinco meses pelo assassinato do seu presidente, Marcos Falcon, que era candidato a vereador.
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