Enredo: “Uma gloriosa história em preto e branco” contará a origem do Botafogo de Futebol e Regatas, desde a etimologia do nome, passando pelos grandes ídolos e conquistas.
1º Setor: A Origem do Nome
Comissão de frente: Botafogo, O Galeão
Coreógrafo: Jardel Augusto Lemos
15 componentes masculinos
O que representa: a comissão de frente apresenta em dois atos a chegada e as conquistas do herói e sua tripulação no Rio de Janeiro até a transformação da dinâmica da cena para revelar em salto histórico os jogadores do Botafogo Futebol e Regatas, “O Mais Tradicional”.
O desfile começa com o maior navio de guerra de seu tempo. Com canhões “boca de fogo”, o São João Baptista, apelidado “Botafogo”. E a chegada do “capitão artilheiro” e seus comandados, em terras cariocas. (Ato 01).
Em seguida, a transformação acontece e a comissão representa, o já time formado e conquistador de glórias (Ato 02).
Primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira: Diego Moreira e Beatriz Paula
Fantasia: “Batalha Naval”
O que representa: referências às batalhas navais na era das descobertas. Sobre o azul do mar, elementos náuticos e trajes de época.
Ala 1: grupo de performance – Regata, nas águas da enseada.
Ala 2: banhistas
Ala 3: damas – Glamour de uma época
Musa do abre-alas: Julyana Cruz, Era de Glamour.
1º alegoria: abre-alas – O Pavilhão Mourisco e a Belle Époque Botafoguense.
O bairro de Botafogo teve uma história gloriosa, já foi considerado o lugar mais elegante do Rio. Machado de Assis o descreveu como aristocrático, ao ser retratado no romance “Quincas Borba”, um local cheio de palacetes com seus nobres salões. No período entre o final do séc. XIX e princípio do séc. XX., a cidade do Rio de Janeiro, então capital federal, passou por intensas modificações urbanas, culturais e sociais. A moda e os costumes da sociedade, durante a época chamada “Belle Époque” também se modificaram, acompanhando a transformação estética vivida pela cidade. O Pavilhão Mourisco foi um edifício na Av. Beira Mar em Botafogo encomendado na gestão do Prefeito Pereira Passos.
Destaques Principais: Eloá Siqueira – Fantasia: La Fille Sur Le Capot Regina Explosão – Fantasia: O Garbo de uma Era
2º setor: A belle Époque Botafoguense
Ala 4: velha guarda – Os primeiros “torcedores”.
Rainha de Bateria: Malu Torres – Glória Alvinegra
Ala 5: bateria – Seleção de 1910 do Glorioso
Ala 6: passistas – Brasão do Football Club
2º casal de mestre-sala e porta-bandeira Mestre-sala: Marvyn Souza Porta-bandeira: Giselly Assumpção Significado da Fantasia: “O basquete e a fusão”
Ala 7: grupo de performance – O gramado e a bola
Musa carro 2: Natalie De Ferrari – Bola no campo
2º alegoria: A Fusão, O Campo e o Escrete
Em julho de 1942, durante uma partida de basquete, entre o Club de Regatas Botafogo, de 1º de julho de 1894, e o Botafogo Football Club, nascido em 12 de agosto de 1904, o jogador Albano, do Botafogo Football Club, morreu no intervalo, em quadra, após um infarto fulminante. O time estava ganhando por 23 a 21. O então presidente do Clube de Regatas Botafogo, Augusto Frederico Schimidt, declarou que a vitória seria do oponente. O presidente do time adversário respondeu: “Nas disputas entre os nossos clubes só pode haver um vencedor, o Botafogo”. E os dois decidiram unir as equipes. Com a fusão, o Botafogo de Futebol e Regatas foi fundado no dia 8 de dezembro do mesmo ano. Ninguém cultua mais os ídolos que a própria torcida do Botafogo. São os botafoguenses os responsáveis pelo Muro dos Ídolos, em frente à Sede de General Severiano. A história gloriosa é contada por meio de craques que brilharam com a camisa. Ao completar o centenário do Football Club, em 2004, o Botafogo promoveu um desafio: montar o time do século. Entre tantos “convocados”, a alegoria homenageia 11 entre tantas estrelas: Manga, Nilton Santos, Sebastião Leônidas, Marinho Chagas, Carlos Alberto Torres, Heleno de Freitas, Garrincha, Didi, Gerson, Jairzinho, PC Caju.
Destaques Principais: Leila Mathias – Fantasia: A Estrela Solitária

3º setor: Um Só Botafogo
Ala 8: compositores – Entre o oficial e o popular.
Ala 9: o hino.
Ala 10: Lalá, o Rei das marchinhas: carnavalescas e do futebol
Ala 11: crianças – Um pato como mascote
Ala 12: Biriba e a cachorrada
Ala 13: troféu Elihu Root.
Ala 14: troféu Taça Brasil.
Ala 15: a taça do mundo é nossa!
Ala 16: fogão olímpico.
3º casal de mestre-sala e porta-bandeiraMestre-sala: Vinicius Paes Porta-bandeira: Jéssica RamosSignificado da Fantasia: “O Olímpico Niltão”
Musa carro 3: JulieChang e Christina Barreto – Vitória
3º alegoria: Tuas Glórias
O carro representa as conquistas alvinegras em diversos esportes, nas categorias masculinas e femininas, simbolizadas em troféus estilizados. Glórias iniciadas pelo remo, que fez o Botafogo ser o primeiro clube carioca a ganhar o primeiro título esportivo, em 1902. No futebol, a lista é extensa de conquistas. Campeonato Carioca: 1907, 1910, 1912, 1930, 1932, 1933, 1934, 1935, 1948, 1957, 1961, 1962, 1967, 1968, 1989, 1990, 1997, 2006, 2010, 2013 e 2018; a Taça Rio São Paulo (em 1961/1962, 1964, 1966 e 1998); a Taça do Brasil (correspondente ao Brasileirão) em 1968. Taça Guanabara: 1967, 1968, 1997, 2006, 2009, 2010, 2013 e 2015; Taça Rio: 1989, 1997, 2007, 2008, 2010, 2012, 2013 e 2023. Campeonato Brasileiro Série B: 2015 e 2021; Taça Conmebol 1993 e os Campeonatos Brasileiros de 1995 e 2024. Em 2024, o Botafogo alcança o título inédito: a Glória Eterna, ao vencer o Atlético, em Buenos Aires na Argentina, na decisão da Copa Libertadores da América.
Ala 17: baianas – Dalva e o firmamento
Ala 18: grupo de performance – A estrela solitária
Ala 19: torcidas organizadas – Torcida alvinegra
Letra do Samba-enredo
Compositores: Aline Bordalo, Ricardo Góes, Gutemberg Kunta, Julinho Dojuara, Mauricio Almeida, Fernando de Lima, Daniel Bomfim e Serginho Machado Intérprete: Emerson Dias
E “bota fogo” na avenida, incendeia!Sangue alvinegro na veiaSangue alvinegro na veiaMeu sentimento não consigo descrever!Sou Botafogo até morrer!!
Partiu o meu galeãoArtilheiro, origem da louca paixãoTeu passado conhecerEstrela solitária, ilumina meu ser!Tu és a terra conquistada, sesmariaNa linda enseada, calmariaA luz do firmamento, um vencedorRelembro das lutas e nossas vitóriasA Praia que nos traz tantas memóriasA fibra que acende essa emoçãoÉ preta e branca a devoção
Gloriosa luzCoração pulsouTu és a força deste eterno amor!
Lalá, nosso hino virou poesia!E ser escolhido por ti me arrepiaUm salve ao generalÀs nossas tradiçõesMitos e superstiçõesEu vou pro Niltão com a massaPra levantar mais uma taçaAtletas que o mundo aplaudiu, que constelação!Meu time virou seleção!!!E ninguém cala esse nosso amorÉ assim que eu canto, é por ti Fogo!
Newsletter Entretenimento
Inscreva-se na nossa newsletter e receba as notícias mais importantes do dia direto no seu e-mail.
Selecione os seus temas favoritos:

