
Tuiuti desfilou com enredo que questiona o fim da escravidão no Brasil
Portal da Band
A comissão de frente da Paraíso do Tuiuti já rendeu o primeiro momento de comoção do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro de 2018.
Nela, artistas representavam escravos, que eram açoitados por outros negros, os capitães do mato.
Em uma iniciativa pouco vista na Sapucaí, os integrantes da comissão interagiam de forma dramática com as pessoas, pedindo ajuda e tocando o público.
O coreógrafo da escola, Patrick Carvalho, contou que, nos ensaios, as pessoas já reagiam com emoção. "Muitos choravam e até nos tocavam", conta.
O grupo foi tão fundo na experiência que alguns dos próprios artistas choravam durante os ensaios.
"A gente teve que parar, pensar um pouco e depois retomar os trabalhos", conta Carvalho, que realizou quatro meses de ensaios.
A Tuiuti foi a quarta escola a desfilar neste domingo na Sapucaí, com o enredo que questiona o fim da escravidão no Brasil.
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