
Foliões aprovaram circuito na 23 de maio no Carnaval
Antônio Cícero/Photopress/Estadão Conteúdo
[template id="10000013254" tipo="galeria"]O primeiro dia de Carnaval na Avenida 23 de Maio, zona sul de São Paulo, atraiu uma multidão de foliões que foi conferir os blocos que passaram pela via – Domingo Ela Não Vai, Vou de Táxi, Desmanche e Chá Rouge. Segundo a Prefeitura, foram pelo menos 500 mil participantes nesse domingo, dia 11.
A estreia da avenida no Carnaval paulista foi muito comemorada entre os foliões.
Joana Nascimento, de 33 anos, estava animada assim que os blocos começaram. “É a minha primeira vez curtindo o Carnaval, estou adorando!”, falou ao Portal da Band. Mesmo sendo moradora da Zona Oeste, ela disse que achou fácil chegar à região. “Poderia ter todo fim de semana”, disse.
Na região também havia bastante turistas, principalmente das cidades do interior de São Paulo, que optaram por comemorar a data na Terra da Garoa.
É o caso da estudante Julia Sanchez, que saiu de Piracicaba para curtir a folia na capital paulista. “Estou gostando muito. É superanimado. Pesquisei na internet e, como queria algo mais cheio e animado, vim para cá. E não está aquele fervo insuportável que não dá para respirar”, declarou a jovem de 22 anos, que estava fantasiada de gatinha.
Em clima familiar, Carlos Barbosa foi com a mulher e os dois filhos pequenos conferir de perto o primeiro dia de folia e aprovou. “Gostei da localização, estou achando nota 10, tudo organizado, tem até posto de saúde e barracas de comida”, falou.
Por voltar das 16h, o consultor de 43 anos, morador de São Caetano do Sul, ABC Paulista, resolveu que era hora de ir embora. “Estamos indo porque começou a ficar muito cheio, mas é um ambiente familiar. Valeu a pena!”.
Ponto negativo
Por volta das 14h, momento em que a avenida ficou completamente tomada pelos foliões, as filas para os banheiros químicas ficaram enormes. Mesmo com multa de R$ 500 para quem fizer xixi na rua, muitas pessoas foram flagradas urinando em locais públicos.
Essa foi uma das críticas da jovem Nara Souza, que reclamou da distância dos banheiros químicos. “Não fui ao banheiro ainda. Deveria ter mais e eles deveriam ser mais espalhados pela avenida”, contou. Ela também reclamou da multidão e da quantidade de grades na região. “Está legal, mas muito cheio e desorganizado. Não dá para se movimentar direito”, completou.
O jornalista Luiz Eduardo Sato também criticou as filas dos banheiros. “Não consegui ir ao banheiro. Na verdade, o pessoal que está comigo também não conseguiu. É muita gente para pouco banheiro”, disse.
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