Carnaval

Gustavo Mioto prepara bloco-sofrência e diz: "Amor de praia não sobe serra"

Pelo terceiro ano consecutivo, o cantor sertanejo comanda o trio do "Solteiro Não Trai" em São Paulo e revela memória afetiva

Stefani Sousa
STEFANI SOUSA

16/02/2026 • 22:57 • Atualizado em 16/02/2026 • 22:57

Gustavo Mioto no Band FM De Pertinho

Gustavo Mioto no Band FM De Pertinho

Rodrigo Belentani/Band

Gustavo Mioto já é veterano na folia paulistana e, para 2026, decidiu focar sua energia em uma agenda estratégica. Em entrevista exclusiva aos bastidores do De Pertinho, da Band FM, o cantor detalhou os preparativos para o seu bloco "Solteiro Não Trai", que promete arrastar uma multidão no dia 17 de fevereiro. "A gente vai tocar basicamente nosso repertório todo em arranjos diferentes e tudo o que a galera espera ouvir no Carnaval", adiantou o sertanejo.

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Para Mioto, trocar o palco tradicional pela estrutura móvel do trio elétrico é o que garante o fôlego extra nesta época do ano. Ele confessa que a dinâmica de estar "andando" com o público traz um frescor necessário à rotina de shows. "O palco a gente vive o ano todo. Quando vem o trio, a gente se sente fazendo uma coisa nova. A galera está muito entregue para o rolê, então o gás é maior", explicou.

A "lei" dos romances de folia

Conhecido por suas letras de desapego e sofrência, Mioto não fugiu da polêmica sobre os amores passageiros que nascem entre um bloco e outro. Relembrando uma frase que viralizou em sua apresentação no ano passado, o cantor reafirmou sua tese baseada nos versos clássicos do grupo Jammil.

"Jammil já disse essa lei: Amor de praia não sobe serra. Não sei se este ano vou ter a oportunidade de comprovar a lei de novo, mas até agora ela tem se mantido estável", brincou o cantor, que passará o feriado focado no trabalho.

Apesar de hoje comandar megablocos, Gustavo Mioto revelou que o Carnaval mais inesquecível de sua vida aconteceu longe dos grandes holofotes, quando ele tinha apenas 15 anos. Foi o período de despedida de sua época em bandas de baile para lançar carreira solo. "Ficou muito gravado porque foi um negócio que me marcou muito. Eu e os meninos ficamos emocionados porque íamos para um lugar novo e éramos muito apegados à banda", relembrou.

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