Carnaval

Império Serrano: tudo sobre o desfile na Série Ouro 2025

Império Serrano desfila na Série Ouro do Carnaval 2025 do Rio de Janeiro; saiba tudo sobre o enredo, comissão de frente, alas, musas e mais:

Por Redação
REDAÇÃO

27/02/2025 • 13:24 • Atualizado em 27/02/2025 • 13:24

Enredo: Em 2025, o Império Serrano levará para a Sapucaí o enredo "O que espanta miséria é festa", uma homenagem ao compositor Beto Sem Braço. A escola da Serrinha vai apresentar as obras musicais de Laudeni Casemiro, mostrando como a festa é uma forma de transformar a realidade.

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Comissão de frente:Significado: A feira. O zunido da gente que vai e vem produzindo um ritmo compassado. O paticumbum na batida da palma da mão do vendedor chamando o freguês. Melodias calangueadas cheias de prugurundum viram composições para o “garoto que fazia carreto lá na feira”. Entre uma venda e outra, bate no ombro e cantarola observando “a paisagem”. A balbúrdia da feira é uma festa, com seus sons, aromas e ritmos, é o ponto de partida. Aqui, cada gesto e cada passo refletem a dinâmica do comércio, a interação entre os feirantes e os clientes, e a diversidade de pessoas que se encontram nesse espaço. À medida que a dança evolui, os elementos da feira se transformam, dando lugar à energia vibrante da roda de samba, onde a música e a dança se entrelaçam em uma celebração coletiva.Componentes: 11 componentes femininos e 4 componentes masculinos.

Nome do mestre-sala: Anderson Abreu

Nome da porta-bandeira: Eliza Xavier

Fantasia: "Abracei a Coroa Imperial, fiz meu carnaval"

O que representa: O primeiro casal representa o próprio pavilhão. Vestidos com uma indumentária que remonta os trajes cheios de nostalgia. Empunhando o pavilhão verde e branco, dançam com garbo e elegância ele, representando a persona “Império Serrano” cortejando sua dama que veste as cores do pavilhão. A poesia mora aqui.

Abre Alas: O que espanta miséria é Carnaval!

O que significa: o primeiro carro alegórico do desfile do Império Serrano em 2025 homenageia o carnaval como manifestação popular e celebra o legado de Beto Sem Braço, compositor do samba "BumBumPaticumbumPrugurundum", vencedor em 1982. A alegoria resgata a estética do icônico desfile, com predominância do branco e metais, além de referências à coroa imperial e rosas em tributo a Rosa Magalhães. Elementos marcantes da época, como figuras carnavalescas e cataventos, são recriados, reforçando o espírito nostálgico. A presença da velha guarda simboliza a resistência e a alegria do povo diante das adversidades.

Destaque central: Diogo Ribeiro – É carnaval!

Personalidade: Aluísio Machado

Composições: Folia

Samba-enredo:

Autores do samba-enredo: Xande de Pilares / Aluísio Machado / Henrique Hoffmann / Carlos Senna / Jefferson Oliveira / Leandro Maninho / Richard Valença / Rafael Gigante / Vinícius Ferreira / Ronaldo Nunes / Andinho Samara

Iaiá, pintou uma Lua lá no terreiroPara o velho partideiro versarUm papo que cabe na escala de fáAi aiaiaiauê ai aiaiaiauêQuem faz a xepa, não dispensa o que comerAi aiaiaiauê ai aiaiaiauêPaticumbum, bota a miséria pra correrAh! Meu bom juizQuem me dera se houvesse um decretoPra levar em cana o infelizQue promete e não traz, água, luz e concretoConhece, mas desconhece o dia a diaDe quem rompe a alvorada pra aturar a burguesiaConhece, mas desconhece o dia a diaDe quem rompe a madrugada no afã da boemiaQuem me guia é Santo Antônio de CategeróQuem me guia é Santo Antônio de CategeróVem mãe baiana benzerPra desatar todo nóVer teu filho vencer com um braço sóNum mundo musical e suburbanoPassei pela Rua Uranos, versei na tamarineiraFoi quando um sentimento mais sinceroVindo da Edgard RomeroMe levou pra MadureiraAquele sorriso meu e o abraço teuO verde e branco afetoPrazer, poesia mora aquiBatizada LaudeniCodinome BetoAvante imperiano!Mostrando a patente do teu pavilhãoDo samba sou expoentePouca coisa não vai me jogar no chãoÊêê diz aê! ÊêáPra pisar no Império SerranoTem que ser malandroE saber respeita