
Comerciante aponta que máscaras de Sergio Moro estão em alta
Pedro Nascimento/Band Minas
A máscara de Carnaval com o rosto do presidente Jair Messias Bolsonaro (sem partido) não está repetindo o sucesso feito em 2018, de acordo com o comerciante Natal, de Belo Horizonte.
Em entrevista ao repórter Pedro Nascimento, da Band Minas, as máscaras do Chefe de Estado estão em baixa nesta folia, em comparação há dois anos, quando o estoque esgotou.
Até o momento, apenas três fantasias com o rosto de Jair Bolsonaro foram vendidas nesta banca localizada no bairro Cidade Nova, na região nordeste da capital mineira.
Natal também está vendendo máscaras do ator Fábio Assunção e do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. Esta última é a que tem sido mais vendida até o momento.
Zema é alvo de protestos
Romeu Zema (Novo) também tem sido alvo de protestos dos foliões neste feriado. A confusão aconteceu após o governador de Minas Gerais cobrar dos trios elétricos, a seis dias do Carnaval, um Certificado de Adequação à Legislação de Trânsito que só pode ser obtido em outros estados, como São Paulo.
De acordo com os organizadores dos blocos, a medida é uma tentativa de inviabilizar a folia mineira. Em suas redes sociais, Zema se defendeu. "Não quero inviabilizar o carnaval. Mas é preciso garantir a segurança da população. Poucos carros de som e trios estão irregulares. Dos quase 530 blocos, 15 apresentaram irregularidade", afirmou.
"A Polícia Militar encontrou, em um dos carros, tanque de combustível em cima de um gerador, podendo causar um incêndio. Queremos evitar uma tragédia!", completou.
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