
Alinne Rosa foi uma das atrações do primeiro dia de Carnaval em Salvador
Thiago Duran e Webert Belicio/AgNews
Mesmo depois de tantos Carnavais na conta, Alinne Rosa ainda sente aquele friozinho na barriga antes de subir no trio elétrico. Pelo menos foi o que ela contou em entrevista ao Portal da Band.
Aos 35 anos, a cantora arrastou uma verdadeira multidão no circuito Barra-Ondina com seus sucessos, antigos e atuais. E em cada performance, ela garantiu que dá tudo de si para sentir a energia boa dos foliões.
"Com certeza é contagiante, uma loucura. Ver aquela multidão ao longe te esperando, você já pensa como vão ser os outros dias. Mas eu me entrego de corpo e alma sempre em todo Carnaval", ressaltou a beldade.
Questionada sobre a melhor parte da folia, a cantora ponderou. "O meio do Carnaval baiano é muito bom. O começo dá um frio, aquele medinho de 'Ai meu Deus o que vai acontecer'. E o final dá uma tristeza né? Apesar de vir o descanso, acabou a folia. Mas o meio de tudo é o ponto alto mesmo", confirmou aos risos.
Com o tema Só peço proteção e alegria, Alinne explica que está tentando dar voz à mulher brasileira para ajudar na luta contra todo tipo de violência que elas enfrentam diariamente. "A gente precisa de força e de mulheres fortes falando por todas nós. Assédio é crime, e não é não!", disse.
Alinne Rosa foi um dos últimos trios, sem cordas, a entrar no circuito Barra-Ondina nessa quinta-feira, dia 8. Ela ainda se apresenta no sábado, dia 10, no bloco O Vale.
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