
A Unidos da Tijuca abriu a segunda noite de desfiles na Marquês de Sapucaí
Wilton Junior/Estadão Conteúdo
[template id="10000013272" tipo="galeria"]Fechando os desfiles do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro, seis escolas de samba passaram pela Marquês de Sapucaí nesta segunda-feira. Teve homenagem a Miguel Falabella, escolas tradicionais como Portela, Salgueiro e Beija-Flor, e musas que brilharam na avenida do sambódromo. Veja os destaques:
Unidos da Tijuca
Primeira escola a desfilar pela Marquês de Sapucaí na segundo noite do grupo especial, a Unidos de Tijuca homenageia o ator e dramaturgo Miguel Falabella. #Carnaval2018 pic.twitter.com/TKFDM9YD8R — Rádio BandNews FM (@radiobandnewsfm) 13 de fevereiro de 2018
A Unidos da Tijuca apresentou um enredo em homenagem a Miguel Falabella para abrir a segunda noite de desfiles do Carnaval do Rio. O ator, diretor e escritor veio em um dos carros alegóricos da agremiação, repleto de famosos e amigos, como Marisa Orth, Claudia Raia e Aracy Balabanian. Caco Antibes, um de seus personagens mais conhecidos, inspirou a fantasia da bateria da escola.
Portela
A Portela desfila na segunda noite do grupo especial do Rio de Janeiro. O símbolo tradicional da agremiação marca presença. #Carnaval2018 pic.twitter.com/1FD6pib32m — Rádio BandNews FM (@radiobandnewsfm) 13 de fevereiro de 2018
A tradicional Portela entrou na Sapucaí em busca do bicampeonato com um enredo sobre refugiados, tema mais do que atual. Para contar essa história, a escola falou dos judeus que migraram para Pernambuco na época da colonização holandesa. A comissão de frente trouxe integrantes que imitavam ondas do mar e também o abre-alas nas cores azul e branco com a tradicional águia da agremiação no topo.
União da Ilha do Governador
A União da Ilha do Governador continua desfilando na Marquês de Sapucaí durante a segundo noite do grupo especial do Rio de Janeiro. A agremiação fala sobre comidas típicas brasileiras. pic.twitter.com/h7UQkimJd7 — Rádio BandNews FM (@radiobandnewsfm) 13 de fevereiro de 2018
Terceira a desfilar na Sapucaí, a escola União da Ilha deixou os foliões com água na boca ao falar da riqueza da culinária brasileira. Os carros alegóricos exalavam aromas como café, chocolate, abacaxi e limão. Gracyanne Barbosa desfilou como rainha de bateria.
Salgueiro
Com enredo sobre a força das mulheres negras, a Acadêmicos do Salgueiro desfila na Marquês de Sapucaí durante a segunda noite do grupo especial do Rio de Janeiro. pic.twitter.com/ktDMAt1uX2 — Rádio BandNews FM (@radiobandnewsfm) 13 de fevereiro de 2018
O Salgueiro levou para a avenida do samba a história das mulheres negras em uma homenagem que exaltou nomes como Xica da Silva, a primeira parlamentar negra Antonieta de Barros e a escritora Carolina de Jesus. Um dos carros trouxe ainda uma representação negra de Pietá, famosa obra de Michelangelo com Maria segurando Jesus. Outro destaque foi a rainha de bateria Viviane Araújo, vestida como a rainha-faraó Hatshepsut. A escola também levou para a Sapucaí a musa transexual Kamilla Carvalho.
Imperatriz Leopoldinense
Penúltima escola a desfilar pelo grupo especial do carnaval do Rio de Janeiro, a Imperatriz Leopoldinense conta história do Museu Nacional, que completa 200 anos em 2018. pic.twitter.com/TP3Ft1mP4Q — Rádio BandNews FM (@radiobandnewsfm) 13 de fevereiro de 2018
Penúltima escola a passar pela Marquês de Sapucaí, a Imperatriz Leopoldinense fez uma homenagem aos 200 anos do Museu Nacional. A escola demorou para atravessar a avenida do samba e, por pouco, não estourou o tempo que tinha para desfilar. Flávia Lyra, tenente do Corpo de Bombeiros, estreou como rainha de bateria da agremiação.
Beija-Flor
Um carro alegórico da Beija-Flor traz um caixão em referência às mortes de PMs no Estado do Rio de Janeiro. A escola encerra os desfiles do grupo especial do Rio de Janeiro. #Carnaval2018 pic.twitter.com/01DBaYgpql — Rádio BandNews FM (@radiobandnewsfm) 13 de fevereiro de 2018
Para fechar os desfiles do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro, a Beija-flor trouxe uma crítica social do atual Brasil para a avenida. Corrupção, discriminação e violência foram objeto de discussão nos carros e alegorias da escola. Artistas como Pabllo Vittar e Jojo Todynho participaram como resistência ao racismo e homofobia. Claudia Raia, uma das musas da escola, brilhou como destaque de chão. No final do desfile, o público da Sapucaí tomou a avenida cantando o samba-enredo.
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