Carla Prata relembra tumor e diz que desafia doença rara por 'inclusão' no Carnaval
Musa é rainha de bateria da Acadêmicos do Tucuruvi, que desfila no Anhembi, em SP, neste sábado (1º)

Rainha de bateria da Acadêmicos do Tucuruvi, Carla Prata diz que desfila no Carnaval para inspirar pessoas e levantar a bandeira da inclusão. A musa tem Miastenia Gravis, uma doença autoimune rara que causa fraqueza muscular progressiva.
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Por causa da doença, a rainha de bateria já precisou retirar um tumor no coração e enfrentou problemas graves de saúde.
“A gente tem várias bandeiras. E eu acho muito importante [a participação no Carnaval] para a inclusão, para as pessoas viverem. 'Caramba, ela está ali, mas já tirou um tumor no coração, já ficou sem andar, ficou sem falar, sem abrir o olho. Passou por tanta coisa e hoje é rainha de bateria'. A doença que eu tenho é muito grave, mata muita gente”, disse a rainha de bateria para Band.com.br
“Eu estou fazendo algo que é totalmente contraditório ao que a doença me permitiria, entende? A doença enfraquece o corpo inteiro. Eu estar aqui é uma felicidade imensa não só para mim, mas para todos os portadores de doenças raras, para os familiares e amigos que convivem de perto com doenças raras. É uma inclusão. Eu estou com a bandeira das doenças raras no Carnaval”, acrescentou.
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A Acadêmicos do Tucuruvi é a quinta escola a desfilar no Anhembi neste sábado (1º), com entrada na avenida prevista para as 2h50.
A escola traz o enredo 'Assojaba - A busca pelo manto', que fala sobre vestimentas sagradas dos indígenas tupinambás que foram levadas do Brasil para serem expostas em museus no exterior.
