Boneco deixado por Bruno Avelar ao filho é 'amuleto', diz Márcia Sensitiva
Sensitiva destacou a criação religiosa da família e explicou como a fé influenciou a aceitação do caçula Kai, de 10 anos
A atitude do pequeno Kai Avelar, de 10 anos, durante o velório do pai, o empresário Bruno Avelar, gerou comoção e debates sobre a forma como crianças lidam com perdas traumáticas. Durante o Melhor da Tarde desta quinta-feira (24), Márcia Sensitiva analisou o comportamento do caçula e destacou o significado do boneco personalizado deixado pelo pai horas antes do acidente de helicóptero em Santa Catarina.
Continua depois da publicidade
Na publicação gravada por Bruno antes de embarcar no helicóptero que caiu, o empresário apareceu de terno assinando um boneco miniatura para o filho. Para Márcia, o objeto ultrapassa a lembrança afetiva e ganha um peso espiritual na vida do garoto. "É um amuleto", disse.
Márcia Sensitiva elogia postura de filho de Bruno Avelar no velório: "Tranquilo"
A maturidade demonstrada por Kai ao conversar com a imprensa no velório e afirmar que manteria o legado do pai chamou a atenção do público. Márcia Sensitiva rebateu comentários de que o menino estivesse anestesiado ou agindo com frieza diante do luto.
"Não é que o menino é frio, não. Muito pelo contrário. Ele é tranquilo na passagem de entregar o pai dele para Jesus. Olha que coisa linda! Dez anos sendo criado com essa evangelização... Criança não usa 'legado', gente. Mas ele estava pleno de que o pai dele está do lado de Jesus", refletiu Márcia sobre a postura contida do garoto.
Continua depois da publicidade
A espiritualista ressaltou que a criação baseada na fé cristã ofereceu ao menino o suporte necessário para enfrentar a despedida precoce do pai com aceitação e honra.
Processos de luto diferentes entre os irmãos
Durante o programa, também foi destacado que a reação à perda variou entre os filhos do empresário. Enquanto o caçula, de 10 anos, lidou com o momento através do acolhimento e da fala com a imprensa para homenagear o pai, o filho mais velho de Bruno, de 13 anos, tem enfrentado maiores dificuldades no processo de aceitação.
A análise reforçou que o luto é uma experiência individual e particular para cada membro da família, variando conforme a idade, a maturidade emocional e a forma de absorver a tragédia.
