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Celebridades

Boneco deixado por Bruno Avelar ao filho é 'amuleto', diz Márcia Sensitiva

Sensitiva destacou a criação religiosa da família e explicou como a fé influenciou a aceitação do caçula Kai, de 10 anos

2 min

24/09/2026 16:47 • Atualizado há 30 dias

A atitude do pequeno Kai Avelar, de 10 anos, durante o velório do pai, o empresário Bruno Avelar, gerou comoção e debates sobre a forma como crianças lidam com perdas traumáticas. Durante o Melhor da Tarde desta quinta-feira (24), Márcia Sensitiva analisou o comportamento do caçula e destacou o significado do boneco personalizado deixado pelo pai horas antes do acidente de helicóptero em Santa Catarina.

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Na publicação gravada por Bruno antes de embarcar no helicóptero que caiu, o empresário apareceu de terno assinando um boneco miniatura para o filho. Para Márcia, o objeto ultrapassa a lembrança afetiva e ganha um peso espiritual na vida do garoto. "É um amuleto", disse.

Márcia Sensitiva elogia postura de filho de Bruno Avelar no velório: "Tranquilo"

A maturidade demonstrada por Kai ao conversar com a imprensa no velório e afirmar que manteria o legado do pai chamou a atenção do público. Márcia Sensitiva rebateu comentários de que o menino estivesse anestesiado ou agindo com frieza diante do luto.

"Não é que o menino é frio, não. Muito pelo contrário. Ele é tranquilo na passagem de entregar o pai dele para Jesus. Olha que coisa linda! Dez anos sendo criado com essa evangelização... Criança não usa 'legado', gente. Mas ele estava pleno de que o pai dele está do lado de Jesus", refletiu Márcia sobre a postura contida do garoto.

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A espiritualista ressaltou que a criação baseada na fé cristã ofereceu ao menino o suporte necessário para enfrentar a despedida precoce do pai com aceitação e honra.

Processos de luto diferentes entre os irmãos

Durante o programa, também foi destacado que a reação à perda variou entre os filhos do empresário. Enquanto o caçula, de 10 anos, lidou com o momento através do acolhimento e da fala com a imprensa para homenagear o pai, o filho mais velho de Bruno, de 13 anos, tem enfrentado maiores dificuldades no processo de aceitação.

A análise reforçou que o luto é uma experiência individual e particular para cada membro da família, variando conforme a idade, a maturidade emocional e a forma de absorver a tragédia.

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