Equipe de Luan Santana nega apoio político após gesto do "L" em show
Sinal feito durante apresentação em Brasília gerou especulações sobre eleições; assessoria nega ligação partidária

A assessoria de imprensa do cantor Luan Santana emitiu um comunicado oficial neste domingo (11) para esclarecer a repercussão de um gesto feito pelo sertanejo durante um show realizado em Brasília, no sábado (10). Imagens do artista fazendo a letra “L” com os dedos viralizaram nas redes sociais e levantaram especulações sobre um eventual posicionamento eleitoral.
Continua depois da publicidade
Em nota, a equipe do artista reforçou que o movimento não possui qualquer conotação político-partidária e refere-se apenas à letra inicial do nome do cantor, um hábito mantido desde o começo de sua trajetória nos palcos.
“O cantor Luan Santana tem por princípio não se manifestar politicamente. O gesto em questão remete à inicial de seu nome, honrando um hábito adotado desde o início de sua carreira”, diz o comunicado enviado à imprensa.
Discurso em Brasília e repercussão na web
A apresentação fez parte da turnê “Registro Histórico”, projeto que celebra os 19 anos de carreira do músico na Arena Mané Garrincha. Durante o espetáculo, Luan repetiu o gesto na abertura da apresentação e no momento em que discursava para o público sobre o futuro do Brasil.
Continua depois da publicidade
A fala combinada ao sinal com as mãos provocou interpretações diversas na internet, especialmente devido ao momento de reta final das eleições. No entanto, o sertanejo não fez menção a nenhum candidato ou partido durante sua fala.
Padrão nos shows e posicionamento da equipe
Para contestar as teorias que ganharam força nas redes, a equipe do artista relembrou que o movimento é costumeiro e já foi registrado em diversas outras apresentações da turnê pelo país, como em um show recente realizado em Palmas, no Tocantins.
De acordo com os representantes, atribuir uma intenção político-eleitoral ao hábito do cantor é uma interpretação infundada. "Dessa forma, qualquer tentativa de associar ou vincular a imagem do artista a posicionamentos políticos não corresponde à realidade", conclui o texto.
