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Melhor da Tarde

Leo Dias analisa cobranças a João Gomes nas eleições: "Massacre"

No Melhor da Tarde, apresentador avalia pressão sobre famosos em períodos eleitorais

3 min

26/10/2026 18:10 • Atualizado há 2 horas

Leo Dias classificou como crueldade a onda de cobranças contra João Gomes por não manifestar voto nas eleições. A declaração ocorreu durante a exibição do programa Melhor da Tarde desta segunda-feira (26), na Band, em debate sobre o papel social e os riscos profissionais que cercam os artistas no cenário político.

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O debate começou quando Chris Flores defendeu que figuras de grande visibilidade pública devem expressar suas convicções aos fãs. Segundo a apresentadora, a cidadania e as decisões governamentais impactam o cotidiano de toda a sociedade.

Para Chris Flores, o posicionamento evita distorções sobre os princípios de cada personalidade. Ela avalia que a coerência no dia a dia é ainda mais decisiva do que manifestações restritas às campanhas nas urnas.

Cobranças a João Gomes

Leo Dias ponderou que a polarização nacional eleva o nível de intolerância nas redes sociais. Na avaliação do comunicador, a opção pelo silêncio também precisa ser respeitada pelo público. "O que fizeram com o João Gomes eu achei uma crueldade, o massacre que fizeram contra o João Gomes só por ele ter se calado e não ter se posicionado. Quem não se posiciona também tem direito", afirmou.

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O jornalista ressaltou que decisões de neutralidade costumam envolver cláusulas comerciais rígidas. João Gomes representa grandes marcas corporativas, que costumam exigir blindagem partidária para evitar atritos com parcelas de consumidores.

A bancada ponderou que a manifestação pública acarreta consequências diretas na carreira artística. A perda de contratos, o cancelamento na internet e o afastamento de admiradores surgem como riscos iminentes em momentos de votação.

João Gomes é cobrado por posicionamento

A pressão por um posicionamento político nas eleições colocou o cantor João Gomes no centro de uma polêmica nas redes sociais. A discussão ganhou força após a influenciadora Josi Machado cobrar publicamente artistas do meio do forró e citar o nome do pernambucano.

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Diante dos ataques, a esposa do cantor, Ary Mirelle, quebrou o silêncio para defendê-lo e expor a gravidade do quadro de saúde mental do marido. Em um longo desabafo, Ary explicou que o afastamento do artista de debates políticos não reflete omissão ou falta de carinho com os fãs, mas sim o resultado de episódios graves vivenciados nas últimas eleições.

"Quero te explicar que da última vez que João se posicionou em uma eleição, ele foi extremamente cancelado. Tem que ouvir coisas horríveis até hoje, e até hoje também ele toma antidepressivos fortes, porque se não tomar, ele nem consegue levantar para trabalhar", revelou.

De acordo com Ary Mirelle, a saúde mental do cantor exige acompanhamento médico constante e cuidados redobrados nos bastidores das turnês. Ela pontuou que João Gomes convive com um quadro severo de depressão desde a última onda de ataques virtuais.

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Além do desgaste emocional e psiquiátrico, a segurança da família tornou-se o principal motivo para a neutralidade do casal. A influenciadora revelou que eles lidam diariamente com intimidações direcionadas aos herdeiros.

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