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Mãe de Virginia dá bronca em funcionária e divide opiniões; veja

Margareth Serrão chamou a atenção da mulher por causa do preço de frutas em compras de supermercado

2 min

23/10/2026 17:22 • Atualizado há 2 horas

Um desentendimento entre Margareth e uma de suas colaboradoras gerou forte repercussão nas redes sociais nesta sexta-feira (23). A cena integra o reality show Poderosas do Cerrado, veiculado pela plataforma Globoplay, no qual mulheres do Centro-Oeste exibem seu cotidiano de luxo e poder aquisitivo.

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No episódio exibido, a empresária contesta os valores pagos em compras para o lar. Margareth afirma com firmeza que não aceita pagar o dobro do preço de mercado em itens básicos e adverte a funcionária: "Quando eu chego chamando a atenção de alguma coisa, elas até assustam, mas eu já chego com autoridade chamando a atenção e falo: só estou te chamando a atenção porque gosto de você, porque senão eu já te mandava embora."

Em seguida, ela complementa as instruções sobre os produtos para a casa: "Você sabe que não é que eu sou pão-dura, é porque eu acho um absurdo ficar pagando mais caro num produto que você encontra em qualquer lugar, o dobro do preço. Sem necessidade."

A postura provocou críticas imediatas na bancada do vespertino. Janaina Nunes apontou constrangimento na cena: "Eu achei humilhante, só para dizer o básico. Não é legal você assistir a uma funcionária sendo tratada assim pela patroa. Você percebe que a moça está constrangida. Não sei se a Margareth fez isso para as câmeras, mas ela constrangeu a funcionária."

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Para Thiago Pasqualotto a situação não passou de uma estratégia pré-definida para atrair engajamento ao projeto: "Na minha opinião, é tudo combinado. A dona Margareth estava com problemas do preço da manga ali. Eu também gosto de comprar manga barata, mas para mim isso é tudo combinado."

Chris Flores concordou que a passagem reflete uma encenação, mas alertou para os riscos à imagem pública da participante: "Eu acho que é tudo roteirizado. Só que tem que ver a imagem que você quer passar para as pessoas, porque pode resvalar em algo muito grave, que é destratar alguém que está numa posição de subordinação a você."

Leo Dias ressaltou ainda a biografia da empresária, apontando contraste: "Eu acho que essa não é a dona Margareth, espero que não. A impressão que temos, do pouco das entrevistas na internet, é que ela parece uma pessoa acessível, que veio de baixo, que foi faxineira nos Estados Unidos e sabe o quão difícil é a vida de quem cuida do lar. Não é fácil essa vida, ainda mais lidando com patrões instáveis emocionalmente."