Renato Cariani se diz vítima de quadrilha após MP pedir condenação
Renato negou envolvimento no suposto esquema de desvio de produtos químicos e afirmou que pretende provar sua inocência

Renato Cariani
Reprodução/Redes Sociais
O influenciador fitness Renato Cariani, de 50 anos, se pronunciou nesta quarta-feira (28) após o Ministério Público de São Paulo pedir sua condenação por associação para o tráfico, tráfico de insumos destinados à fabricação de drogas e lavagem de dinheiro. Nas redes sociais, o empresário negou envolvimento no suposto esquema criminoso e afirmou que a empresa da qual é sócio foi vítima de uma quadrilha.
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"Em 2023, a minha empresa foi vítima de uma quadrilha que acabou desviando produtos químicos", declarou Cariani.
O fisiculturista afirmou que não sabe exatamente qual teria sido a finalidade dos produtos desviados. Segundo sua versão, ele e sua sócia passaram a responder ao processo por serem proprietários da empresa.
Cariani também afirmou que o Ministério Público cumpriu seu papel ao apresentar as alegações finais e que caberá à defesa demonstrar que os proprietários foram vítimas do suposto esquema. O influenciador ressaltou que não se trata de uma acusação nova e disse esperar que essa seja a última etapa necessária para esclarecer o caso.
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Defesa de Renato Cariani se manifesta
O advogado Aldo Romani Netto, responsável pela defesa do empresário, também comentou o pedido do Ministério Público. Em posicionamento divulgado à imprensa, ele afirmou que a solicitação era esperada e que não representa surpresa para a equipe jurídica.
A defesa sustenta que as acusações serão contestadas com base nas provas reunidas durante o processo e acredita que Cariani será absolvido.
Entenda a investigação contra Renato Cariani
Conforme publicado pela Band nesta quinta-feira (29), o Ministério Público apresentou as alegações finais no processo que investiga um suposto esquema de desvio de produtos químicos da indústria Anidrol, localizada em Diadema, na Grande São Paulo.
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Segundo a acusação, mais de 12 toneladas de insumos teriam sido desviadas para a preparação e adulteração de drogas, como cocaína e crack. Os promotores também apontam suspeitas de fraudes em notas fiscais e lavagem de aproximadamente R$ 2,4 milhões.
Cariani foi indiciado pela Polícia Federal em dezembro de 2023 e tornou-se réu em fevereiro de 2024. Atualmente, responde ao processo em liberdade.
O pedido do Ministério Público não representa uma condenação. O caso ainda aguarda a conclusão das manifestações das defesas e uma decisão da Justiça.
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