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Céline Dion prepara volta aos palcos durante tratamento contra doença rara

Cantora completa 58 anos em meio a tratamento da Síndrome da Pessoa Rígida

ESTADÃO CONTEÚDO

30/03/2026 • 14:15 • Atualizado em 30/03/2026 • 14:27

Céline Dion

Céline Dion

REUTERS

A cantora Céline Dion completa 58 anos nesta segunda-feira, 30, em meio à retomada de sua carreira nos palcos e ao tratamento da Síndrome da Pessoa Rígida (SPR), condição neurológica rara diagnosticada em 2022. Com trajetória iniciada no Canadá, a artista construiu carreira internacional e consolidou seu nome na música pop ao longo das últimas décadas. Nos últimos anos, no entanto, a agenda foi interrompida por questões de saúde.

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Nas redes sociais, Céline confirmou que voltará a se apresentar em setembro deste ano. “Estou recebendo o melhor presente da minha vida. Vou ter a chance de ver vocês, de me apresentar para vocês mais uma vez em Paris”, celebrou.

Diagnóstico e tratamento

A Síndrome da Pessoa Rígida é uma doença do sistema nervoso que provoca rigidez muscular e espasmos, podendo comprometer movimentos e atividades como o canto. A condição não tem cura.

Ao tornar público o diagnóstico, em 2022, a cantora afirmou que já lidava com sintomas há algum tempo. Em 2024, ela passou a abordar o tema com mais frequência, incluindo o lançamento do documentário Eu Sou: Céline Dion, que registra momentos da rotina durante o tratamento.

No post de aniversário, em que anuncia a retomada, a artista se diz bem e disposta. “Estou muito pronta para isso. Estou me sentindo bem, estou forte, estou animada. Claro, um pouquinho nervosa também. Mas, acima de tudo, estou grata a todos vocês.”

Retorno aos palcos

Após quase seis anos afastada das turnês, a artista prepara o retorno aos shows. A movimentação inclui uma campanha com cartazes espalhados por Paris, com referências a músicas conhecidas da cantora, como Pour que tu m'aimes encore e The Power of Love.

A última performance pública de Céline Dion ocorreu na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Paris 2024, quando interpretou Hymne à l'Amour, canção associada à Édith Piaf, em apresentação realizada na Torre Eiffel.

*Com informações de Agência Estado.