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Curitiba amplia acesso à arte com exposição inclusiva e ações no MON

Mostra na Biblioteca Pública e projeto do Museu Oscar Niemeyer apostam em experiências táteis, sonoras e sensoriais

2 min

24/09/2026 19:48 • Atualizado há 30 dias

Curitiba amplia acesso à arte com exposição inclusiva e ações no MON

Obras que podem ser tocadas, ouvidas e sentidas fazem parte de uma exposição na Biblioteca Pública do Paraná, em Curitiba. A proposta reúne trabalhos de três mulheres com deficiência e convida o público a experimentar a arte de outras formas.

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A mostra busca romper padrões sobre quem pode produzir e consumir arte, além de ampliar as possibilidades de interação com as obras.

“Por que não pensar numa pessoa cega que faz uma arte que é totalmente visual, uma pessoa surda que faz uma arte que é pra quem escuta e por aí vai, né. Então realmente quebrar esse padrão, essa forma que as pessoas enxergam ainda esses públicos”, afirma a artista Laura dos Santos.

Arte sem barreiras

A diversidade das experiências também aparece no processo de criação das artistas.

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“São diversas as deficiências, seja a pessoa surda, cega, cadeirante, pessoas amputadas. Enfim, diversas adversidades das pessoas com deficiência e cada uma tem essa possibilidade de poder criar e é muito legal que a gente tenha tido essa troca entre nós aqui pra poder criar”, diz a artista Paula Roque.

A proposta da exposição é fazer com que o público não apenas observe as obras, mas também interaja com elas.

“A gente vai encontrar obras que são táteis, que você pode entrar. Você vai interagir com o seu corpo com essas obras porque essa é uma das intenções dessa exposição, é abrir possibilidades para que as pessoas possam perceber essas obras com todo o seu corpo”, explica a curadora Andressa Medeiros.

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Museu Oscar Niemeyer também aposta em acessibilidade

No Museu Oscar Niemeyer, o projeto MON para Todos oferece recursos de acessibilidade para que pessoas com deficiência possam explorar as exposições.

Entre as iniciativas estão letras ampliadas, sons, textos em braile e traduções em Libras.

O museu também conta com uma sala de acomodação sensorial voltada a pessoas autistas e neurodivergentes. O espaço fica aberto ao público e pode ser utilizado quando o visitante sentir algum tipo de desconforto.

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Mapa sensorial ajuda visitantes

Outro recurso disponível é o mapa sensorial do museu, que indica os principais estímulos encontrados em cada espaço.

“E o mapa sensorial, que é um mapa do museu, e nele a gente indica quais são os principais estímulos sensoriais que as pessoas vão encontrar em cada um dos espaços do museu pra que ela saiba o que que ela pode esperar e também, num momento de desconforto, poder buscar um espaço que atenda bem as suas necessidades”, explica a arquiteta Marina Pasetto.

Curitiba amplia acesso à arte com exposição inclusiva e ações no MON