
Debora Falabella
Reprodução/ Instagram @deborafalabellaoficial
A atriz Débora Falabella falou sobre uma stalker que já a persegue há 10 anos. A situação começou em 2013, quando uma fã a abordou em um elevador e pediu uma foto. Entretanto, o que parecia uma abordagem inocente logo se transformou em uma história assustadora, que resultou em uma denúncia da intérprete contra a perseguidora, que chegou a ser presa.
“É algo de que evito falar. Porque tem a minha história e a história dela que, com certeza, tem problemas. Estão cuidando para que seja da forma melhor possível, tanto para mim quanto para ela”, disse a artista em entrevista ao jornal O Globo.
Em 2015, a mulher, de 40 anos, tentou invadir o camarim de Débora em um teatro e foi retirada por seguranças. Mais tarde, ela voltou a aparecer em uma peça da artista, mas se levantou e foi embora logo que o espetáculo começou.
De acordo com o site G1, a situação ficou ainda mais complicada anos depois quando a mulher criou um grupo no Instagram com Débora e a irmã da atriz, onde enviou diversas mensagens, muitas com teor sexual.
Em 2022, a stalker surgiu na porta do condomínio de Débora em São Paulo. Ela encontrou uma funcionária da atriz e começou a gritar o nome dela, dizendo que as duas tinham “encontros telepáticos”.
Mais tarde, a stalker descobriu uma pousada na qual Débora estava hospedada na Bahia e tentou contato com ela por meio da proprietária. A mulher também chegou a enviar uma cópia do romance “Romeu e Julieta” para a intérprete com uma mensagem: “Para o meu Romeu, com muito amor”.
Débora Falabella realizou uma denúncia e a Justiça concedeu uma medida protetiva. Em 2023, ela descumpriu as medidas ao entrar em contato com a atriz por meio do WhatsApp. Ela foi presa, mas foi liberada depois ao ser submetida a uma avaliação psiquiátrica e diagnosticada com esquizofrenia.
“Nunca tive contato, não a conheço. É essa relação de fã. É ruim. Tem uma perseguição atrás por um trabalho que faço e pelo qual essa pessoa chega até a mim. E tem a vida dela. Ela tem uma família que pode cuidar, tem condições de ser tratada. Espero que seja. Fico com medo, porque nunca se conhece o outro, nunca se sabe o que vai vir. Atinge muita gente, meu núcleo familiar. É chato. Chato por tudo, porque também quero que ela fique bem ”, enfatizou Débora.
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