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Falamansa comemora 25 anos e opina sobre sucesso: "Nunca olhamos para o mercado"

Tato e Valdir do Acordeon participaram do programa Antenados e falaram ainda sobre projetos futuros. Confira!

Da Redação
DA REDAÇÃO

19/02/2023 • 13:18 • Atualizado em 19/02/2023 • 18:36

Membros do Falamansa participaram do Antenados

Membros do Falamansa participaram do Antenados

Divulgação/Band

Falamansa está em ritmo de festa. A banda de forró está prestes a comemorar 25 anos e tem uma série de projetos para celebrar esta ocasião. Em entrevista ao programa Antenados, comandando por Danilo Gobatto na Rádio Bandeirantes, Ricardo Cruz, o Tato, e Valdir do Acordeon falaram sobre a longevidade do grupo, que nunca trocou nenhum de seus membros.

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Para Tato, isso tem muito a ver com o fato de que eles nunca se renderam a interesses comerciais. “Eu tenho a sorte e alegria de ter ao meu lado sócios que acreditam no que escrevo. Somos quatro amigos que têm o mesmo objetivo. A Falamansa nunca olhou para o mercado. Foi uma banda que sempre olhou para si, acreditou no que faz e fez. Não teve um hiato, um momento em que a gente parou e reformulou porque o mercado estava diferente. Talvez o que a curto prazo seria um tiro no pé, a longo prazo foi o que fez a Falamansa perdurar e virar referência”, destacou.

O artista definiu a banda como a “mais teimosa” do Brasil por não abrir mão de suas raízes e sempre apostar no estilo que lhe alçou ao estrelato. “Essa é uma conquista que só o fazer e refazer ter proporcionam. Você não compra isso”, reforçou.

Isso não quer dizer que o grupo não tenha navegado por outros mares. Agora mesmo, por exemplo, eles estão com um projeto de parcerias com artistas que cantam outros estilos, como IZA e Natiruts. A ideia é ainda gravar mais três músicas que juntem o forró com o axé, o rock e a música eletrônica.

Isso faz parte do plano de comemoração dos 25 anos da banda, que terá outras surpresas. “É um momento que tem que ser comemorado, muito bem trabalhado. Já temos um projeto de comemoração traçado, que deve acontecer durante os festejos juninos", relata Tato.

Quando a gente começou tinha um preconceito muito grande com o forró de zabumba, triângulo e sanfona. Entendia-se como um ritmo muito regional que nunca alcançaria um âmbito nacional. Eu acredito que a Falamansa rompeu todos os preconceitos já de cara com a música.