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Inconveniente? Casamento de Taylor Swift no MSG irrita nova-iorquinos

Bloqueios de ruas e a interdição da região acima do terminal ferroviário mais movimentado dos EUA geram reclamações em fim de semana caótico na metrópole

Da redação
DA REDAÇÃO

03/07/2026 • 10:17 • Atualizado em 03/07/2026 • 10:17

A escolha do icônico Madison Square Garden para o casamento de Taylor Swift com o jogador de futebol americano Travis Kelce transformou a rotina de Nova York em um verdadeiro teste de paciência. Localizada no coração de Manhattan e construída exatamente acima do terminal ferroviário mais movimentado dos Estados Unidos, a arena de 76 mil metros quadrados virou o centro de uma megaoperação que dividiu a maior cidade do país.

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Para os moradores que precisam usar a região diariamente para trabalhar ou se locomover, os preparativos da festa — avaliada em R$ 100 milhões — se tornaram um grande transtorno urbano. O fechamento de ruas no entorno e o forte esquema de segurança montado pela polícia local começaram a travar o fluxo de pedestres e veículos, gerando protestos de quem não faz parte do universo dos "Swifties".

"É inconveniente, porque vai interromper o trajeto diário dos nova-iorquinos", reclamou um morador à reportagem transmitida no Jornal da Band.

Por outro lado, a comunidade de fãs ignora o caos no trânsito e celebra a ocupação da cidade pela cantora. "Estou mil por cento empolgada. A Taylor pode fazer o que quiser", rebateu uma admiradora no mesmo local.

Fim de semana caótico

A irritação de parte da população ganha força por conta do momento em que a celebração de 10 horas de duração acontece. A operação de guerra para isolar os mil convidados famosos coincide com um dos períodos mais cheios do ano em Nova York, que já está com o policiamento reforçado devido às festividades do feriado de 4 de julho, a uma partida da Copa do Mundo nos arredores e a um alerta de calor extremo.

Apesar das críticas sobre o impacto no funcionamento das ferrovias e avenidas abaixo do Garden, a estrutura segue blindada. Quem garantiu acesso ao interior do evento precisará lacrar os celulares e assinar contratos de confidencialidade para que nenhum detalhe da festa de R$ 100 milhões vaze para os críticos do lado de fora.

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