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Justiça reconhece assinatura falsa e tira Ana Hickmann de dívida milionária

Apresentadora atribui falsificação ao ex, Alexandre Correa; cobrança de R$ 1,2 milhão seguirá contra Hickmann Serviços Ltda

Da redação
DA REDAÇÃO

01/08/2026 • 16:17 • Atualizado em 01/08/2026 • 16:17

Ana Hickmann

Ana Hickmann

Reprodução/Record TV

A Justiça de São Paulo excluiu Ana Hickmann da dívida de mais de R$ 1,2 milhão cobrada pelo Banco do Brasil. A decisão ocorre após uma perícia concluir que a assinatura atribuída à apresentadora em uma cédula de crédito bancário era falsa.

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A sentença da juíza Camila Sani Quinzani Malmegrin reconhece a versão de Ana Hickmann, que alegava que nunca assinou uma cédula de crédito bancário emitida em setembro de 2022, para pagamento em 96 parcelas. Tanto a apresentadora quanto a Hickmann Serviços Ltda afirmam que nunca firmaram o acordo.

Ana Hickmann alega que a assinatura teria sido falsificada pelo ex, Alexandre Correa, que adimnistrava a empresa. A perícia concluiu que as assinaturas e rubricas não foram feitas por Ana Hickmann.

Com isso, a juíza destacou que Ana Hickmann pode ser excluída do processo, mas que a empresa sob o nome dela ainda é devedora do título de crédito. Com isso, Alexandre e a empresa seguem sendo cobradas pelo Banco do Brasil.

A Band procurou a assessoria de imprensa de Ana Hickmann, para comentar a decisão da Justiça. Assim que for notificada, a matéria será alterada.

Outros processos suspensos pela Justiça

Esse não é o primeiro processo em que a Justiça reconhece indícios de fraudes envolvendo contratos assinados em nome da apresentadora. Em abril deste ano, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) já havia suspendido a cobrança de uma dívida de R$ 1,6 milhão relacionada a um contrato com o Banco Sofisa, após considerar a possibilidade de que a assinatura de Ana também tenha sido falsificada.

Na ocasião, a ação movida pelo banco envolvia não só Ana, mas também seu ex-marido e a empresa Hickmann Moda Fashion, da qual ambos eram sócios. A Justiça acolheu o argumento da defesa da apresentadora, que sustenta ter sido vítima de uma série de falsificações em contratos bancários.

Além do processo com o Banco Sofisa, outras ações judiciais movidas por instituições como Safra e Valecred também estão suspensas pelo mesmo motivo.

Em alguns casos, laudos de perícias grafotécnicas judiciais já apontaram que as assinaturas atribuídas à apresentadora não são autênticas. O próprio Bradesco, segundo a defesa, teria desistido de uma cobrança após reconhecer a falsidade de uma assinatura.