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Lexa admite uso de mounjaro e relata efeito colateral: "Nunca mais"

Cantora relatou queda de cabelo após aplicar uma única dose do medicamento e afirmou que não voltou a utilizá-lo

Da redação
DA REDAÇÃO

12/02/2026 • 08:40 • Atualizado em 12/02/2026 • 08:40

Reprodução/Instagram

Resumo

A cantora Lexa revelou em comentário nas redes sociais que já usou o medicamento Mounjaro, indicado para diabetes tipo 2 e também utilizado para emagrecimento por famosos.

A artista relatou que aplicou apenas uma dose, sofreu queda de cabelo na região frontal, fez tratamento para recuperar os fios e decidiu não repetir o uso, ressaltando que o remédio não é indicado para todos.

O Mounjaro, com princípio ativo tirzepatida, é aprovado para controle glicêmico, mas também prescrito para obesidade sob orientação médica, sendo necessário acompanhamento devido a possíveis efeitos colaterais como náuseas, problemas gastrointestinais e queda de cabelo, o que reacende o debate sobre o uso seguro de medicamentos para emagrecimento.

A cantora Lexa revelou, em um comentário nas redes sociais, que já utilizou o medicamento Mounjaro, indicado para o tratamento do diabetes tipo 2 e que tem sido usado também para perda de peso. A declaração foi feita nos comentários de uma página de fofocas, após publicações sobre o uso do remédio por famosos.

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“Tomei uma única vez 1 ml. Minha frente do cabelo caiu (risos). Fiz tratamento para voltarem ao normal os priminhos da frente. Mounjaro é mara, mas não é para todo mundo. Nunca mais tomei”, afirmou a artista.

No relato, Lexa contou que aplicou apenas uma dose do medicamento e que percebeu queda de cabelo na região frontal da cabeça após o uso. Segundo ela, foi necessário realizar tratamento para que os fios voltassem a crescer normalmente. A cantora também ressaltou que, apesar de considerar o remédio eficaz, entende que ele “não é para todo mundo” e que decidiu não voltar a utilizá-lo.

O Mounjaro tem como princípio ativo a tirzepatida e é aprovado para o controle da glicemia em pacientes com diabetes tipo 2.

No Brasil e em outros países, medicamentos da mesma classe vêm sendo prescritos, sob orientação médica, também para o tratamento da obesidade. Especialistas alertam, no entanto, que o uso deve ser feito com acompanhamento profissional, já que podem ocorrer efeitos colaterais, como náuseas, alterações gastrointestinais e, em alguns casos, queda de cabelo associada à rápida perda de peso.

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