
Eri Johnson estreia, em breve, "Som dos Oceanos", na Band TV
Reprodução/Band
Resumo
Perrengue em cruzeiro: Eri Johnson compartilhou um incidente ocorrido durante uma apresentação de Fábio Júnior em um navio, onde o vento forte forçou o cantor a interromper o show e mudar de local para continuar a apresentação.
Carreira e desafios: Eri Johnson discutiu os desafios de superar o estereótipo de seu personagem Lulu, da novela "Barriga de Aluguel", e falou sobre a importância de escolher papéis que contribuam significativamente para a narrativa em sua carreira de ator.
Vida pessoal e fé: O ator afirmou estar solteiro e destacou a importância da comunicação e do olhar na sedução. Além disso, enfatizou a relevância de expressar sua fé e amor sem receios ou preconceitos.
Convidado do Melhor da Noite, o ator Eri Johnson relembrou o maior perrengue que já viveu em suas viagens de navio. Em entrevista a Pâmela Lucciola e Felipeh Campos, o artista detalhou uma situação caótica durante um show de Fábio Júnior, quando o vento forte obrigou o cantor a interromper a apresentação e improvisar em outro local da embarcação.
Às vésperas de estrear seu novo projeto "Som dos Oceanos", que vai ao ar, em breve, na Band TV, Eri Johnson foi questionado por Felipeh Campos sobre a história mais marcante que vivenciou em cruzeiros. "Foi um único, de tantas navegações", começou o ator.
Ele contou que o incidente ocorreu na temporada passada, em um navio novo, durante uma apresentação de Fábio Júnior.
Estava ventando muito, e o comandante geralmente tenta fugir, ele vai para uma rota onde não tem muito vento (...) e estava meio insuportável
A situação ficou tão complicada que o próprio cantor precisou intervir. "Aí o Fábio falou: 'Não está dando para cantar, estou tentando', e estava difícil. Foi a primeira vez que realmente um artista sai do palco", relembrou Eri.
Apesar do contratempo, a equipe agiu rápido para garantir a continuidade do espetáculo. "O show realmente não pode parar. Saímos do palco principal, no 14º andar, e fomos para o 5º andar, onde realmente foi improvisado, mas o Fábio Júnior fez um show espetacular", concluiu.
'Fui!': O desafio de superar o Lulu
Durante a conversa, Eri Johnson também falou sobre os desafios de sua carreira na televisão, especialmente sobre como foi difícil se desvencilhar de seu personagem mais icônico: o Lulu, da novela "Barriga de Aluguel" (1990), de Glória Pérez.
"Esse personagem, personagem que eu tenho uma gratidão incrível, porque ele me lançou para o Brasil", afirmou. O bordão "Fui!" tomou conta do país, mas trouxe uma responsabilidade inesperada para o ator no teatro.
"As pessoas [iam ao teatro e pensavam]: 'Eu quero ver aquele gay, aquele gay da novela, fazendo uma peça'. Aí, quando eu chegava lá [e fazia outro papel], falavam: 'Não é possível, eu queria ver o Lulu'", divertiu-se.
Eri Johnson creditou ao diretor Wolf Maia, que o lançou na TV, a orientação para superar o estereótipo. "O Wolf Maia, brilhante diretor, ele virou pra mim e falou assim: 'Olha, o mais difícil vai ser o próximo. Porque você precisa fazer com que o telespectador entenda que o Lulu foi só um começo'". O papel seguinte foi o gótico Reginaldo, na novela "De Corpo e Alma".
O ator também comentou sobre arrependimentos na carreira, admitindo que aceitou papéis com os quais não se identificava. "Eu quero entrar em cena", disse. "Não adianta você ganhar teu salário e ir lá para a televisão, fazer uma participação numa novela, quando o teu personagem não conta a história. Eu quero contar a história."
'Tô aí': ator fala sobre vida amorosa
Questionado por Felipeh Campos sobre sua vida amorosa, Eri Johnson foi direto, mas bem-humorado. "Eu tô aí", respondeu, fazendo Pâmela Lucciola brincar: "Tá em alto mar, na verdade".
O ator confirmou que está solteiro: "Não, não tô com nenhuma, não. Mas eu tô aí". E completou: "Eu tô sempre querendo. Tô preparado".
Sobre o que o atrai em uma conquista, Eri destacou o poder da comunicação não verbal. "Sedução, olhar. Amo olhar", revelou. "Eu preciso chegar perto da garota. Eu preciso ir até ela." Ele explicou que a troca de olhares e um sorriso são fundamentais, mas a conversa é o ponto decisivo. "Eu adoro bater um papo. Eu gosto de bater um papo. Eu tenho um assunto. E se eu não tiver, eu invento."
Ao final da entrevista, Eri Johnson reforçou a importância de sua fé, que permeia tanto sua vida pessoal quanto profissional. "As pessoas não falam de Deus porque elas ficam com um certo preconceito. Elas têm medo de falar da sua fé, da sua família, do seu amor. E eu não tô afim de esconder isso", declarou.
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