Os ânimos continuaram exaltados na cozinha do MasterChef mesmo após o fim da confusão generalizada no mercado. A prova em equipes foi marcada por reviravoltas estratégicas, incluindo uma dança das cadeiras que mexeu diretamente com a paciência dos competidores e gerou trocas de farpas explícitas na hora de colocar as panelas no fogo.
A mudança de participantes entre os grupos gerou um clima de rivalidade. Jesuíno, que acabou mudando de equipe de última hora para trabalhar em um menu focado na culinária da China, aproveitou o depoimento para mandar um recado direto e bastante ácido para a líder do time adversário, Nuri, que havia tentado recrutá-lo antes do início da dinâmica.
Nuri, eu sei que você tentou me puxar pro seu time, mas infelizmente não deu. E eu espero que você se ferre
Apesar da provocação, o cozinheiro demonstrou confiança com o novo arranjo e com a troca de conhecimentos com as novas parceiras de bancada. "As meninas sabem bem de China, não sei muita coisa de China, então eu acho que acabou uma troca boa", avaliou.
Festa na boca e menu oriental
Sob a avaliação rigorosa dos jurados após os primeiros 25 minutos de prova, a equipe detalhou a estratégia para conquistar o paladar dos especialistas com um cardápio tipicamente asiático. O grupo planejou uma entrada de porco com camarão acompanhada de molho ponzu, seguida por um prato principal de arroz Gohan com frango xadrez bem puxado e uma salada fresca de pepino.
Questionados se a combinação simples representava um verdadeiro banquete de comemoração, os participantes garantiram que o foco total está na potência dos temperos. "A festa vai ser na boca, vai ser um prato extremamente saboroso e bem feito. A gente vai entregar sabor", prometeram.
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