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Com que frequência fazer sexo? Vida sexual ativa pode ajudar a evitar a depressão

Especialista em sexualidade fala sobre a importância da intimidade para o equilíbrio emocional e revela qual frequência ajuda a manter o bem-estar

Da redação
DA REDAÇÃO

08/11/2025 • 21:04 • Atualizado em 08/11/2025 • 21:04

Quer um truque simples para turbinar o humor e até mandar a tristeza para longe? A resposta pode estar na sua cama! A sexóloga Luana Lumertz agitou o "Sexonário" ao debater uma pesquisa fresquinha que liga sexo regular à prevenção da depressão.

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A boa notícia é que não precisa de maratona: os cientistas descobriram que de uma a duas vezes na semana já é o suficiente para colher os benefícios na saúde mental.

Sinceridade zero nas Ruas

O programa foi conferir nas ruas quantos brasileiros estão fazendo a "lição de casa", e as respostas vieram de "todo dia" a quem está "no mapa da fome". Luana Lumertz foi na lata:

"Normalmente a gente acaba falando, né, que transa mais do que realmente transa. Mas se a pessoa é solteira, que nem eu, ela tá no mapa da fome. Ela não tá transando toda semana, não."

O segredo da alegria: hormônios em ação

Luana Lumertz explicou por que o sexo é um antidepressivo natural. É uma explosão de bem-estar: "São muitos hormônios liberados, é endorfina, é ocitocina. São várias questões hormonais e de bem-estar que interferem diretamente na autoestima, na confiança."

Marca na agenda: a dica para não deixar o tesão morrer

Para os casais que culpam a rotina e o boleto, Luana deu a letra: o desejo não é mais instantâneo, é responsivo. Ou seja, tem que ter um empurrãozinho!

A dica da sexóloga é simples e prática: inventar moda, marcar um date e, se for preciso, marcar a hora para garantir o rala e rola. Afinal, o importante é a qualidade de vida que a sexualidade traz.

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