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Megavazamento expõe mais de 183 milhões de senhas: veja como proteger a sua

Tema foi destaque no Melhor da Noite, que alertou o público sobre o megavazamento de dados e deu dicas de proteção digital

Da redação
DA REDAÇÃO

30/10/2025 • 18:59 • Atualizado em 30/10/2025 • 18:59

Megavazamento expõe mais de 183 milhões de senhas

Megavazamento expõe mais de 183 milhões de senhas

Pixabay

O Melhor da Noite abordou nesta sexta-feira (31), no quadro Arroba, um tema que tem preocupado usuários em todo o mundo: um megavazamento de dados que expôs mais de 183 milhões de endereços de e-mail e senhas de contas do Gmail e de outras plataformas. O alerta reforça a importância de redobrar os cuidados com a segurança digital.

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O caso foi identificado pelo especialista em cibersegurança Troy Hunt, criador do site Have I Been Pwned, conhecido por reunir informações sobre vazamentos de dados ao redor do planeta. Foi por meio dessa ferramenta que os registros foram localizados e confirmados.

De acordo com o Google, o incidente não tem relação com falhas internas em seus sistemas. A empresa explica que os dados foram obtidos a partir de um enorme banco de informações roubadas por malwares conhecidos como stealers — programas instalados indevidamente em computadores pessoais que capturam senhas e credenciais de login enquanto o usuário navega ou faz login em sites.

As investigações apontam que a coleta dessas informações teria acontecido em abril de 2025, mas o caso só veio à tona recentemente, após análises feitas em bancos de dados clandestinos na chamada dark web.

Como saber se suas informações foram expostas

Para verificar se sua conta foi afetada, o primeiro passo é acessar o site Have I Been Pwned e digitar seu e-mail. A ferramenta mostra se aquele endereço aparece em algum vazamento conhecido.

Além disso, especialistas recomendam três medidas essenciais para reforçar a segurança online:

• Trocar imediatamente a senha do Gmail e de todos os serviços que utilizam a mesma combinação;

• Ativar a verificação em duas etapas (2FA), criando uma barreira extra contra invasões;

• Evitar reutilizar senhas e redobrar a atenção com links e anexos suspeitos.

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