
Pedro BBB 26
Reprodução/Instagram/@pedroespindolap
Novas informações reveladas por Leo Dias, no programa Melhor da Tarde desta quinta-feira (22), trouxeram detalhes sobre a saúde mental de Pedro, ex-participante do BBB 26. Segundo a equipe de advogados que representa o rapaz, ele foi diagnosticado com transtornos mentais em 2017, informação que teria sido omitida durante o processo seletivo para entrar no programa da Rede Globo.
A internação, ocorrida na última quarta-feira (20), foi marcada por momentos de tensão. De acordo com a repórter Fernanda Squeroli, Pedro foi transportado de ambulância da casa de seus pais até o Hospital São Julián, no Paraná, com as pernas amarradas. Imagens exclusivas do portal Leo Dias mostram o ex-competidor com faixas brancas nos tornozelos, confirmando a necessidade de contenção física durante o trajeto.
O estado de Pedro foi descrito como "precário" pela defesa, que o encontrou sedado antes da internação. Um encaminhamento médico da Secretaria Municipal de Saúde indicou que ele estaria em surto psicótico após interromper o uso de substâncias químicas e medicamentos que utilizava anteriormente.
A omissão no processo seletivo e o surto
A defesa de Pedro afirma que o tratamento psiquiátrico do jovem é de longa data, mas a informação foi escondida da produção do reality. "Eles mentiram para a Rede Globo, omitiram que ele já havia sido diagnosticado em 2017", relatou Fernanda Squeroli. Agora, os advogados pretendem acionar a emissora judicialmente, alegando que a exposição manchou a reputação do cliente.
O documento médico apresentado no programa aponta que Pedro apresentava "inquietação psicomotora e alteração do sono vigília". O quadro teria sido agravado pelo fato de o ex-participante estar há cerca de 20 dias sem utilizar substâncias que costumava consumir, o que teria servido de gatilho para o colapso mental logo após sua saída do confinamento.
Atualmente, Pedro ocupa um quarto individual no Hospital São Julián, instituição filantrópica ligada ao SUS e referência em saúde mental. Uma força-tarefa foi montada na unidade para garantir sigilo absoluto e movimentação restrita, visando a estabilização do quadro clínico do ex-participante.
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