A influenciadora digital Virginia Fonseca voltou a ser o centro das atenções nas redes após compartilhar uma atualização sobre o seu estado de saúde. Virginia, que está gripada, publicou uma foto em seus stories comentando sobre a intensidade de sua indisposição e acabou cometendo um erro gramatical que não passou despercebido pelos internautas.
Na legenda da postagem, onde aparece com o nariz visivelmente afetado pela gripe, a influenciadora escreveu: "minha make saiu toda na região do nariz, de tanto que estou suando". O termo "suando", utilizado para descrever o ato de assoar o nariz, gerou uma onda de críticas e correções imediatas por parte de seus seguidores.
O debate no "Melhor da Tarde"
O assunto foi pauta durante o programa Melhor da Tarde, da Band, nesta sexta-feira. A equipe de apresentadores e colaboradores, incluindo Chris Flores, Leo Dias, Thiago Pasqualotto e Janaina Nunes, discutiu a repercussão da gafe.
"Ela tem uma audiência gigante, a gente sabe. E aí, quando as pessoas veem (o erro), ninguém perdoa", comentou Chris Flores. O debate girou em torno da responsabilidade de figuras públicas com grandes públicos ao escreverem legendas sem revisão, ainda mais em um momento em que ferramentas de auxílio à escrita estão tão acessíveis.
Thiago Pasqualotto, que participava da mesa, ironizou a situação questionando se a influenciadora não teria recorrido a tecnologias de correção antes de postar. "Será que ela vai colocar a culpa no corretor, igual a Margarete fez quando escreveu seleção com 'c'?", provocou.
IA como aliada na revisão de textos
A discussão tomou um tom mais técnico quando o grupo analisou o papel da Inteligência Artificial (IA) no cotidiano dos produtores de conteúdo. Leo Dias aproveitou para enfatizar que, embora a tecnologia possa ser uma ferramenta poderosa, ela precisa de supervisão humana constante.
"Eu fico bastante atento lá com a minha redação, porque eu não aceito que as reportagens sejam escritas por chat GPT, óbvio. Mas para corrigir texto, ele é muito bom. Para revisão, é bom", revelou Leo Dias, defendendo que a IA deve ser usada como um suporte e não como a fonte original da escrita.
Thiago Pasqualotto concordou com a utilidade das ferramentas, mas ressaltou a importância do limite. "Eu também acho, mas tem que ter limite", pontuou.
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