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MPSP pede condenação de Monark por fala sobre nazismo

YouTuber defendeu em 2022 a existência de um partido nazista no Brasil reconhecido por lei

Da redação
DA REDAÇÃO

18/04/2026 • 15:38 • Atualizado em 18/04/2026 • 15:38

Monark

Monark

Reprodução/Redes Sociais

O Ministério Público de São Paulo voltou atrás e pediu a condenação do influenciador e YouTuber Monark por danos morais causados por uma fala em 2022. Na época, ele defendeu a existência de um partido nazista no Brasil reconhecido por lei.

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Segundo informações da Folha de S. Paulo, o promotor Marcelo Otávio Camargo Ramos se manifestou pelo arquivamento do caso em março. As falas, no entendimento do promotor, se enquadram na defesa abstrata, porém equivocada, da liberdade de convicção e expressão.

Ramos foi substituído pelo promotor Ricardo Manuel Castro, que manifestou à Justiça pedindo para o juiz desconsiderar o pedido da Promotoria e condenar Monark ao pagamento de R$ 4 milhões.

A defesa de Monark disse ver com espanto a manifestação do MPSP.

Entenda o caso

Durante um debate em 2022, ele defendeu que "o nazista tinha que ter o partido nazista reconhecido por lei" e que "se o cara quiser ser um anti-judeu, eu acho que ele tinha direito de ser".

As falas repercutiram rapidamente e de forma muito negativa na internet, o que gerou uma onda de cancelamentos de entrevistas para o programa, perda de patrocínio e Monark foi desligado do podcast Flow, onde era um dos apresentadores, por causa das declarações que foram feitas durante o episódio com os deputados federais Kim Kataguiri (Missão-SP) e Tabata Amaral (PSB-SP).

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