Música

"Tirei meus pais do emprego", celebra Henry Freitas sobre sucesso na música

O crescimento estrondoso no mercado musical transformou radicalmente a rotina de Henry Freitas e permitiu que o cantor realizasse alguns dos maiores sonhos de

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07/11/2026 10:00 • Atualizado há 55 min

O crescimento estrondoso no mercado musical transformou radicalmente a rotina de Henry Freitas e permitiu que o cantor realizasse alguns dos maiores sonhos de sua vida. Em entrevista ao Band.com.br nos bastidores de sua apresentação no Deezer Live, na última quarta-feira (4), em São Paulo, o artista abriu o coração e revelou que sua maior vitória na carreira foi garantir estabilidade financeira para os pais e o irmão.

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Ao refletir sobre os marcos de sua trajetória nos palcos, o cantor destacou com orgulho o impacto direto do trabalho na rotina de quem sempre esteve ao seu lado.

"A maior transformação foi poder dar uma vida boa para minha família. Não que eu tivesse uma vida ruim, mas poder dar uma educação melhor para meu irmão, tirar meus pais do emprego e poder fazer viagens e viver da música, que acho que é o mais legal de tudo isso", celebrou.

Henry Freitas celebra apoio de artistas da nova geração do forró: "Nossa união faz o forró ir mais longe"

Além de celebrar as conquistas pessoais, Henry comentou sobre a ascensão do forró e da cultura nordestina nas paradas de todo o Brasil. Para o cantor, a internet teve papel fundamental na expansão do gênero, especialmente durante a pandemia, quando artistas da região conquistaram ainda mais espaço nas plataformas digitais.

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"No mundo inteiro a pandemia foi ruim, mas eu acho que pra música nordestina foi muito bom. Foi um período que ali nas plataformas, como a Deezer, entre as 50 músicas mais ouvidas, 20 eram de artistas nordestinos", afirmou.

O músico também destacou a união entre os representantes da nova geração do gênero, citando nomes como João Gomes, Nattan, Tarcísio do Acordeon, Zé Vaqueiro e Mari Fernandez.

A gente é dessa nova geração, como eu estava falando, da pandemia pra cá, da geração do João Gomes, do Nattan, do Tarcísio, do Zé Vaqueiro, da Mari, entre tantos outros artistas, e a nossa união, eu acho que fez o forró ir mais longe.

Henry ressaltou ainda o orgulho de levar a cultura nordestina para diferentes regiões do país e a responsabilidade de representar suas raízes por meio da música.

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"Fico muito feliz e a cada dia que passa as pessoas continuam ainda mais [valorizando] a nossa cultura. (...) Fico muito honrado, e tenho uma responsabilidade muito grande, com certeza", completou.

Mordida na mão, calcinha de presente e invasão no quarto: Henry Freitas revela perrengues que passou com fãs

Conhecido por suas apresentações enérgicas, nas quais frequentemente desce do palco para cantar próximo à multidão, Henry também falou sobre a relação de proximidade que mantém com os fãs. Para o cantor, independentemente do tamanho da plateia, a energia e a conexão com o público permanecem as mesmas.

"Para cem, para oitocentos, para mil, para dez mil, a energia é a mesma. Adoro os fãs, gosto de estar perto deles... Na maioria dos shows, eu desço para cantar perto deles", afirmou.

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Questionado sobre as situações mais inusitadas que já viveu no contato com os fãs, o artista divertiu a reportagem do Band.com.br ao revelar algumas experiências curiosas: "Já ganhei calcinha, já morderam minha mão, já me acordaram no quarto. Por aí vai".

O show exclusivo de Henry Freitas no Deezer Live reuniu cerca de 800 convidados na capital paulista, na última quarta-feira (4), com transmissão ao vivo para assinantes da plataforma.