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Natanzinho Lima se emociona em gravação de DVD no Mineirão: “Nunca fiquei tão feliz”

O evento também contou com a apresentação de Wesley Safadão e reuniu mais de 25 mil pessoas

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11/05/2025 16:38 • Atualizado há 532 dias

Natanzinho Lima se emociona em gravação de DVD no Mineirão: “Nunca fiquei tão feliz”

Natanzinho Lima gravou o primeiro grande DVD de sua carreira neste sábado (10), no Mineirão, em Belo Horizonte e o Band.com.br acompanhou tudo. Quem aqueceu o público para o evento foi ninguém menos que Wesley Safadão, padrinho e empresário do cantor.

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Diante de um Mineirão lotado, Natanzinho surgiu de surpresa sobre o teto de um caminhão, em referência às suas raízes em Itabaiana (SE). Visivelmente emocionado, o artista caiu em lágrimas ao ver o público entoando sua frase típica: “Viver é diferente de estar vivo”, antes de abrir a noite com o hit Mentira Estampada.

Após a primeira canção, o artista, que conheceu a fama há menos de um ano, confessou que a experiência é inédita: “Nunca fiquei tão feliz quanto estou aqui nesse palco. Às vezes tenho vergonha porque choro muito e o povo pode achar que sou forçado, mas tudo isso é muito incrível, obrigado”.

O repertório contou com mais de 30 músicas, entre inéditas e regravações de clássicos nacionais, como Kid Abelha, Legião Urbana e Raça Negra, todos repaginados com a sonoridade do brega que consagrou o cantor.

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Natanzinho apostou em diversas trocas de roupa, mas sempre mantendo a essência brega e seu chapéu estilo caminhoneiro.

Segundo a organização do evento, o palco aberto e sem cobertura abrigava mais de 30 toneladas de equipamentos entre painéis de LED, iluminação e estrutura cênica e demorou dias para ser montado.

Safadão, que se apresentou antes e dividiu uma canção com Natanzinho, fez questão de enaltecer o talento do jovem sergipano, apontando-o como um dos grandes nomes da nova geração da música popular brasileira.

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Quem é Natanzinho Lima?

Natanzinho, que descobriu seu amor pela música cantando no chuveiro, iniciou sua carreira com o projeto "De Bar em Bar". Antes disso, em 2019, o cantor trabalhava como garçom. Mas Natã Lima Nascimento, desde cedo foi influenciado pela música nordestina, especialmente os ritmos de forró, piseiro e brega.

Cresceu em uma família humilde, mas sempre teve o apoio do pai para seguir na carreira artística. Aos 15 anos, já em busca de um futuro na música, o artista se apresentava em eventos locais e compunha suas próprias canções. Quando conseguiu se profissionalizar, percorreu um caminho em busca da própria identidade, até encontrar o cantor autêntico que se tornou.

Hoje, é dono de sucessos como “Me apaixonei nessa morena”, “Mentira Estampada” e “Pilantra e Meio”. Natanzinho já alcançou o Top 1 do Brasil com o hit “Uma e Quinze da Manhã” nas plataformas de streaming.

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Chapéu de caminhoneiro

Natanzinho também virou referência de estilo. Seu chapéu característico, agora usado em sua rotina, se tornou sua marca registrada e tem influenciado os fãs por todo o país a adotarem o acessório.

O Band.com.br participou da coletiva de imprensa realizada com o cantor, na véspera da gravação do DVD em Belo Horizonte, e ele conta que a ideia surgiu por acaso, quando precisou gravar uma música com um chapéu de palha e o único que conseguiu foi o acessório tradicional dos caminhoneiros.

Não deu outra, o sucesso foi tanto que logo no show seguinte viu alguns fãs usando chapéus iguais ao que ele tinha usado. Conforme o número de fãs vestindo a peça foi aumentando, a vergonha que o cantor tinha inicialmente de usar o acessório, acabou se tornando uma marca registrada.

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O cantor conta que não sabe ao certo quantos ele já tem, mas brinca que já perdeu vários: “Depois do show eu bebo, perco o chapéu e fico triste”.

Para o artista, o chapéu acabou se tornando uma espécie de combate às pressões estéticas que ele sofria: “Quando comecei no arrocha, os empresários me moldaram para eu ter um estilo mais “playboy”, mas eu não gostava”, explica. “Quando aceitaram o chapéu, passei a me vestir como queria”, completou.

Rei dos caminhoneiros?

Antes da vida de cantor, Natanzinho queria ser caminhoneiro. Não à toa, o chapéu e o modo de falar típico da profissão. Uma das suas principais gírias é “no 12”, quando um caminhão atinge o máximo de velocidade, 120 km. Ou seja, significa estar no máximo da energia, para cima, em alto astral.

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Ele aproveita o sucesso para incentivar os fãs a seguirem “no 12”: “Que isso que estou vivendo sirva de reflexo para a galera que tem um sonho. É possível chegar onde quiser, independente da sua raça e origem. Corra atrás de você, não espere ninguém e coloque Deus na frente”, incentiva.

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