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Dona Beija ou Dona Beja? Entenda mudança do nome da novela

Remake da novela de 40 anos atrás exibida na TV Manchete decidiu ser fiel ao contexto histórico

Da redação
DA REDAÇÃO

09/03/2026 • 14:37 • Atualizado em 09/03/2026 • 14:37

Dona Beja mudou o nome no remake

Dona Beja mudou o nome no remake

Reprodução/Max/TV Manchete

Estrelada por Grazi Massafera, "Dona Beja" chega à tela da Band como um remake da novela quase homônima exibida há 40 anos na extinta TV Manchete. Diferente da original, a novela com selo original Max tirou a letra 'i', de "Dona Beija" e optou pela mudança.

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Acontece que a grafia de ambas está certa, mas a organização do remake preferiu a mudança por conta da grafia historicamente correta e mais fiel à personagem real, Ana Jacinta de São José, a Dona Beja. Na novela original, o ‘Beija’ também faz referência a um beija-flor, o que justificaria o estilo de grafia diferente.

Sem o 'i', Dona Beja ficou famosa e marcou a história de Araxá, em Minas Gerais. Não se sabe exatamente a razão para a emissora optar por escrever "Beija" na época, mas foi uma decisão da produção de 2026 corrigir o nome nesta versão.

Sobre o que é 'Dona Beja'?

O enredo faz uma viagem a 1815, no município de Araxá (MG), onde Ana Jacinta mora com o avô depois de perder a mãe e nunca ter conhecido o pai biológico. Romântica e apaixonada por Antônio Sampaio, a jovem vê tudo desmoronar ao ser sequestrada pelo ouvidor do rei, obcecado por sua beleza.

Anos mais tarde, ela retorna à sua terra natal como uma senhora rica e poderosa e funda um bordel, convertendo a própria sexualidade em um instrumento de progressão socioeconômica. Para materializar esse universo, uma cidade cenográfica de 1.710 m² foi construída no Rio de Janeiro, somada à confecção de mais de 3 mil peças de figurino desenvolvidas especificamente para o projeto.

Como ver ‘Dona Beja’ na Band?

A partir da segunda semana de março, a novela irá ao ar todas as quintas e sextas-feiras, às 23h, com um episódio por dia, logo depois do Melhor da Noite, que passa a ocupar a faixa das 22h20.

O enredo faz uma viagem a 1815, no município de Araxá (MG), onde Ana Jacinta mora com o avô depois de perder a mãe e nunca ter conhecido o pai biológico. Romântica e apaixonada por Antônio Sampaio, a jovem vê tudo desmoronar ao ser sequestrada pelo ouvidor do rei, obcecado por sua beleza.

Anos mais tarde, ela retorna à sua terra natal como uma senhora rica e poderosa e funda um bordel, convertendo a própria sexualidade em um instrumento de progressão socioeconômica. Para materializar esse universo, uma cidade cenográfica de 1.710 m² foi construída no Rio de Janeiro, somada à confecção de mais de 3 mil peças de figurino desenvolvidas especificamente para o projeto.