
Jacquin nos bastidores de Pesadelo na Cozinha
Michelly Marques/Band
Erick Jacquin completa 61 anos nesta terça-feira (9) e celebra a data do jeito que mais gosta: com alegria, sinceridade afiada e uma boa pitada de humor. Em entrevista ao Band.com.br, nos bastidores de Pesadelo na Cozinha, o chef revelou a própria filosofia de vida. Simples, direta e com aquele tempero francês que o público já conhece.
“Trabalho é muito importante. Honestidade também. Fale sempre o que você pensa.” Jacquin ainda completou: “Não faço academia e bebo e fumo um pouco. O resto vai sozinho”, afirmou ao ser questionado sobre a fórmula para chegar bem aos 61.
Mas, se tem algo que ele considera essencial nessa receita de longevidade, é o amor. “Tenha uma mulher maravilha do seu lado. Isso ajuda demais. Obrigado, Rosângela”, declarou em homenagem à esposa, que o acompanha nos desafios dentro e fora da cozinha.
Sincero, espontâneo e fiel ao próprio estilo, Jacquin comemora mais um ano de vida provando que intensidade e leveza podem caminhar juntas. Cozinhar, trabalhar, amar… e acender um cigarrinho de vez em quando.
Erick Jacquin revela desejo inusitado da mãe: “Queria que eu fosse cabeleireiro”
Entre uma gravação e outra de Pesadelo na Cozinha, Erick Jacquinsurpreendeu a equipe ao contar um detalhe curioso sobre sua vida pessoal: a mãe dele queria que ele fosse cabeleireiro.
“Minha mãe queria que eu fosse cabeleireiro”, relembrou o chef, nos bastidores do programa, em conversa com o Band.com.br. “Ela foi sempre uma mulher muito vaidosa, que cuidava de cabelo e maquiagem. Nunca saía de casa sem estar arrumada”, disse.
Jacquin ainda explicou que, na França, o processo para se tornar cabeleireiro é bem mais rigoroso do que muita gente imagina. “Lá, o exame é para dar uma formada de cabeleireiro. Precisa ser profissional por mais de cinco anos e passar por uma prova para poder abrir o próprio salão. É muito protegido, não é qualquer um que pode ser cabeleireiro”, contou.
De fato, a profissão é regulamentada no país: quem deseja atuar legalmente precisa ter o diploma CAP Coiffure (Certificat d’Aptitude Professionnelle) e comprovar experiência antes de abrir um salão ou atuar de forma independente.
Com seu humor, Jacquin comparou o ofício de cabeleireiro ao de cozinheiro. “É parecido: trabalha de pé, se corta, se alinha, pode criar… Tem cor, tem forma, é muito parecido”, brincou.
Mas, no melhor estilo Pesadelo na Cozinha, ele fez questão de deixar claro que há limites: “Uma coisa não pode complementar a outra! Cozinha com cabelo não pode, é inaceitável!”, disparou. “Seria um verdadeiro pesadelo na cozinha”, finalizou.

