Pesadelo na Cozinha

Veja os participantes do Pesadelo na Cozinha que já faleceram

Relembre os personagens que enfrentaram desafios na cozinha e na vida, mas que infelizmente nos deixaram após passagens memoráveis pelas temporadas da atração.

Michelly Marques
MICHELLY MARQUES

24/04/2026 • 15:47 • Atualizado em 24/04/2026 • 15:47

O Pesadelo na Cozinha não é feito apenas de reformas e menus novos, mas de pessoas e suas trajetórias de vida. Infelizmente, ao longo das temporadas, alguns participantes que conquistaram o público com sua autenticidade e garra acabaram falecendo, deixando um vazio na comunidade gastronômica e entre os fãs do reality.

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Confira abaixo a lista dos participantes cujas partidas foram registradas e homenageadas pela Band:

Antônio (Ça-Va)

O proprietário do restaurante francês Ça-Va, localizado em São Paulo, foi um dos personagens mais memoráveis da segunda temporada. O Sr. Antônio faleceu em 2020, vítima de complicações da Covid-19. Sua relação com Jacquin foi tão genuína que, após sua morte, os filhos de Antônio ofereceram o negócio ao chef francês. Jacquin comprou o restaurante e manteve o nome e a essência do local como uma forma de homenagear o legado do amigo.

Sibele Soglia (Hero's Burger)

Dona da hamburgueria temática Hero's Burger, Sibele participou da segunda temporada e se destacou por sua paixão pelo negócio. Ela faleceu em fevereiro de 2024, aos 37 anos, após uma batalha contra um câncer de colo de útero (neoplasia maligna uterina). Antes de partir, Sibele chegou a fechar o restaurante para focar no tratamento e compartilhou sua jornada de forma transparente com seus seguidores, deixando uma mensagem de força e propósito.

Tanea Romão (Kitanda / Casa da Tanea)

A chef mineira Tanea Romão, que participou da terceira temporada com o restaurante Kitanda (posteriormente renomeado para Casa da Tanea), faleceu em abril de 2025, aos 58 anos. Tanea estava internada para tratar uma cetoacidose diabética, mas não resistiu. Após o fechamento do restaurante em 2023 devido aos impactos da pandemia, ela havia se mudado para o Amazonas, onde trabalhava como merendeira escolar, profissão que descrevia como uma experiência "mágica" e curativa.