
Stranger Things
Divulgação/ Netflix
O Volume 2 da última temporada de "Stranger Things" chega no dia 25 de dezembro, a partir de 22h. Os novos episódios da série trarão desdobramentos na vida dos personagens da série da Netflix, que se encerra no dia 31 de dezembro.
Com a série dividida em três partes, novas teorias sobre o final da série pipocam a todo o momento - inclusive sobre quem deve morrer e viver até o último episódio. Segundo análise do portal Business Insider, Erica Sinclair (Priah Ferguson) não deve correr risco, uma vez que é o alívio cômico da história. A irmã mais nova de Mike, Holly Wheeler, agora com um papel maior, por outro lado, entra na zona de risco. Novatos costumam sofrer mais na série - embora matar a criança possa ser considerado cruel demais para a narrativa.
Já Dustin Henderson (Gaten Matarazzo) é avaliado como protegido pelo roteiro, especialmente após o trauma de ver Eddie Munson morrer na temporada anterior. A análise sugere que os produtores não eliminariam o personagem.
Situação complicada de Max e Hopper
Max Mayfield (Sadie Sink), está em coma desde ter o encontro com o Vecna e ficar presa nas armadilhas do mundo invertido. Mas, segundo o Business Insider, matá-la novamente seria repetitivo. O site ressalta que a atriz Sadie Sink recebeu mais de 7 milhões de dólares pela temporada, o que torna improvável que ela permaneça inconsciente o tempo todo.
O mesmo raciocínio se aplica a Jim Hopper (David Harbour). O personagem já teve um arco de falsa morte e luto profundo explorado pelos outros protagonistas. Segundo a avaliação, repetir esse recurso diminuiria o impacto da narrativa, tornando sua sobrevivência mais provável.
Para os adultos, como Joyce Byers (Winona Ryder), o risco de morte também é considerado baixo para evitar que as crianças da série fiquem órfãs novamente.
Will Byers vai morrer?
As teorias apontam para um risco iminente envolvendo Will Byers (Noah Schnapp). Desde a primeira temporada, Will mantém uma conexão bidirecional com o Mundo Invertido e Vecna.
Ou seja, enquanto Will estiver vivo, o vilão terá uma ligação com o mundo real. O texto recorda que os irmãos Duffer, criadores da série, afirmaram em entrevista que a produção foi concebida como "uma série sobre Will". Para fechar o ciclo iniciado com seu desaparecimento, um sacrifício do personagem faria sentido narrativo para salvar seus amigos e família.
Steve vai se sacrificar em 'Stranger Things'?
Steve Harrington (Joe Keery) aparece como um dos candidatos mais fortes a uma despedida trágica. Originalmente, o personagem deveria ter morrido na primeira temporada, mas ganhou um arco de redenção e se tornou um protetor do grupo.
A análise indica que sua morte seria "devastadora" e renderia um grande episódio, justamente por ele ser um dos favoritos do público. Como a série está no fim, os criadores não teriam receio de perder audiência em temporadas futuras.
Outra personagem em risco considerável é Robin Buckley (Maya Hawke). Por ser a mais nova entre os adolescentes do grupo principal e seguindo o padrão de mortes de personagens introduzidos mais tarde — como Billy e Eddie —, ela está vulnerável. A atriz Maya Hawke já admitiu que gostaria que Robin tivesse um "momento de herói" fatal.
Lucas e Nancy: uma incerteza
Lucas Sinclair (Caleb McLaughlin) também é alvo de teorias. O ator insinuou em entrevista que poderia não estar no episódio final, afirmando que "seu final foi diferente". Isso alimenta a hipótese de uma missão solo ou sacrifício, possivelmente ligado à música "Running Up That Hill", tema de Max, que fala sobre trocar de lugar com Deus.
Por fim, Nancy Wheeler (Natalia Dyer) e Jonathan Byers (Charlie Heaton) ocupam posições intermediárias. Nancy, com seu instinto protetor e imprudência ocasional, pode se colocar em situações letais à medida que as ameaças de Vecna evoluem. Já Jonathan é visto como essencial para o desenvolvimento de Nancy e Will, e seu risco de morte está atrelado ao perigo que esses dois personagens correrem.
Eleven (Millie Bobby Brown), por sua vez, é vista como alguém que merece um final de paz após uma vida de tortura, tornando sua morte uma escolha "cruel demais" e previsível, segundo a análise.

